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Líder Indígena é ameaçado de morte em Plácido de Castro

Por Redação Juruá em Tempo.27 de abril de 2016Updated:27 de abril de 20162 Minutos de Leitura
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O líder indígena Mapu, do povo Huni Kuin, relata ter sido vítima de uma ameaça de morte no município de Plácido de Castro-AC. Mapu formalizou a denúncia na delegacia de polícia civil do município.

Segundo sua esposa, Mirna Rosário, a ameaça ocorreu no dia 22 de abril, quando Mapu, que lidera um grupo de quatro famílias Huni Kuin em Plácido, teria sido abordado por dois jovens entre 20 e 25 anos em um automóvel cor preta, quando saia da escola por volta das nove e meia da noite. ”Você vai morrer”, teria dito um deles.  A ameaça foi testemunhada por um sobrinho de Mapu, Isaká.

‘No dia seguinte, pressentindo algo, Mapu decidiu não ir á escola, e desta vez, o mesmo carro seguiu Isaká até uma rua mais deserta, e ficaram o olhando de cima abaixo’, explica Mirna, que acredita que os jovens teriam cumprido a ameaça, caso Mapu tivesse ido à escola.

Mapu está na capital, Rio Branco onde deverá formalizar a denúncia na FUNAI e Ministério Público Federal.

Ocupação

Quatro famílias Huni Kuin ocupam o P.E. de Plácido de Castro, com autorização do prefeito. Foto: Amazônia.org

Totalizando 25 pessoas, as quatro famílias do povo Huni Kuin, ocupam desde agosto de 2015, uma área no Parque Ecológico de Plácido de Castro. Localizado na área urbana do município, a área com 33 hectares estava abandonada há cerca de 15 anos tendo sofrido desde então com incêndios criminosos e invasão de fazendeiros. Vinha sendo utilizado por dependentes químicos e foi palco de um homicídio.

A ocupação foi autorizada pelo prefeito Roney Firmino (PSB) por entender que os indígenas poderiam contribuir para a revitalização do parque.

Contudo, um político local divergiu do cacique Mapu sobre a utilização dos recursos provenientes de doações e apoios e teria exigido, em março, que o mesmo se retirasse do município, deixando contudo, os demais indígenas. ‘Parece que queriam usar os índios como atração turística para o município’, explica Mirna.

“Queremos que haja investigação para que não resulte em morte”, conclui a esposa do cacique.

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