Rio Branco, Acre, 3 de dezembro de 2020

Jornalista sofre sequestro enquanto trabalhava em Rio Branco

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Ainda abalada e com alguns machucados pelo corpo, a jornalista Manoela Mesquita, de 38 anos, procurou, na manhã desta quarta-feira (1), o Instituto Médico Legal (IML) em Rio Branco para fazer corpo de delito após ter sofrido um sequestro relâmpago e ser agredida por dois homens que, segundo ela, teriam recebido R$ 3 mil para matá-la. Manoela conta que os suspeitos teriam desistido do homicídio após verem seu crachá e um deles alegar que ela o tinha ajudado na delegacia.

Manoela diz que estava indo encontrar uma colega de profissão para juntas fazerem uma cobertura sobre uma operação da polícia que ocorria no bairro Rui Lino. Ao entrar em uma travessa no meio do caminho, Manoela diz que uma motocicleta parou em frente do carro dela e o garupa a abordou com uma arma.

O homem obrigou a vítima a dirigir até o bairro Irineu Serra, onde pararam em um terreno baldio. Minutos depois, segundo ela, o outro suspeito que dirigia a moto, e que seria menor de idade, chegou e começou a agredi-la.

Jornalista diz que suspeitos desistiram de mat[a-la após verem crachá (Foto: Quésia Melo/ G1)
“Ele me puxou pelo cabelo, me jogou no chão e começou a me bater. Chutava minhas costas e perna. Eu perguntava o que ele queria, dizia que podia levar o carro mas ele respondia: ‘eu quero você, recebi para te matar'”, relata.

Enquanto um a agredia, ela conta que o outro remexia em seu carro até que encontrou seu crachá, identificando que ela trabalhava em um site local. “O que me batia já estava com uma pistola na mão quando o outro disse que não era para me matar porque eu tinha ajudado ele uma vez na delegacia”, alega.

Manoela diz ainda que desconfia que uma antiga sócia tenha sido a mandante do crime. “Antes de irem embora, mostrei a foto de quem eu desconfiava e eles confirmaram que foi a pessoa que pagou para que eles me matassem”, diz.

Os suspeitos não levaram nada da vítima. Manoela diz que vai fazer o corpo de delito e depois prestar uma denúncia.

 

As informações são dos portal G1.

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