Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Comércio varejista do Acre cresce 11,5% e alcança melhor desempenho do Brasil
  • Pelé e Maradona serão homenageados em cerimônia de abertura da Copa do Mundo
  • A condição para André Mendonça seguir com a delação de Vorcaro
  • Pai é suspeito de matar filha espancada após mensagem dela com menino
  • “Matar essas crianças”: mãe agride bebê de 5 meses para cobrar pensão do pai
  • “Chamaram de antipatriota”: influencer é acusada de sexualizar camisa do Brasil
  • Homem é preso após ameaçar a mãe com machado
  • Mulher que matou amante do marido queimada é presa 19 anos após o crime
  • VÍDEO: costureira de 73 anos pede ajuda após ter celular furtado por falsa cliente
  • Ex-prefeita que abusou de amigo dos filhos é condenada à prisão
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, junho 10
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home

De craque para craque: índio artilheiro manda recado a Neymar

Por Redação Juruá em Tempo.13 de junho de 20162 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Carregar uma tocha já foi um costume dos antepassados de Ismael Suzawre, índio da etnia Xerente. Mais tarde, eles passaram a usar a lamparina. E, desde o começo dos anos 2000, a luz elétrica chegou à aldeia Porteira, em Tocantínia, que fica a 75km de Palmas. Hoje, aos 28 anos, ele retomou, por alguns minutos, as tradições históricas de seu povo por um motivo especial: ser um dos condutores da tocha Olímpica Rio 2016 na capital tocantinense.

“Acho importante representar o povo Akwē Xerente no revezamento”, diz Ismael, que joga futebol e foi campeão da primeira edição dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, realizada no ano passado em Palmas. .

Com seis gols, Ismael foi artilheiro na campanha vitoriosa da etnia Xerente, que venceu a seleção indígena da Bolívia na decisão nos pênaltis, após a final terminar empatada em 2 a 2. “Mas o jogo mais difícil foi contra os Kanela, do Maranhão, em outra fase”, lembra ele.

Corrida da tora

Para treinar aos finais de semana, Ismael e os colegas viajavam até 30km para algumas das 67 aldeias que formam a nação Xerente. “Quase todos da nossa etnia jogam futebol, inclusive as mulheres, que foram vice-campeãs”, destaca.

A primeira edição dos Jogos Indígenas já realizada reuniu etnias de 23 países. Além do futebol, Ismael participou de disputas próprias da cultura indígena: a corrida da tora e do cabo de força. “Ficamos em terceiro no cabo porque nos cansamos no futebol”, assegura o artilheiro, que enaltece a valorização dos costumes indígenas trazida pelo evento.

“A corrida de tora, por exemplo, nem vale medalha. Neste sentido, é um pouquinho diferente dos Jogos Olímpicos”, explica.

Recado para Neymar

No Rio 2016, Ismael torce pelo inédito ouro do futebol brasileiro, e manda um recado para Neymar: “Ele é o cacique daquele time. Apesar de jovem, tem que saber liderar os colegas”, aconselha.

Mas a vida de Ismael não se resume ao futebol. De segunda a sábado, ele se desloca 25km e atravessa o rio Tocantins de balsa, para estudar. Ele cursa Serviço Social na Universidade Federal do Tocantins, na cidade vizinha, Miracema do Tocantins. “Quero dar um retorno para o meu povo, lutar pelos nossos direitos”, ressalta o Xerente.

 

Com informações de Rio 2016.

Por:
Piano store blunders
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.