Rio Branco, Acre, 25 de outubro de 2020

Brasil teve 165,9 mil casos de zika em 2016

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O Brasil já registrou 165.932 casos prováveis de febre pelo vírus da zika no Brasil em 2016, até o dia 11 de junho, segundo novo boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. Em duas semanas, desde a divulgação do último boletim, foram 4.691 novos casos de zika registrados no país.

Não houve novas mortes de adultos pelo vírus da zika desde o último boletim: há apenas uma morte registrada em 2016 no Rio de Janeiro. Três outras mortes pelo vírus tinham ocorrido em 2015.

O estado com maior número infecções pelo vírus da zika até o momento é a Bahia, com 46.427 casos, seguido pelo Rio de Janeiro, com 46.027 casos.

Já a região com maior taxa de incidência de zika é o Centro-Oeste, com 163,5 casos a cada 100 mil habitatnes. Os estados com maior taxa de incidência são Mato Grosso, Bahia, Rio de Janeiro e Tocantins.

Desde outubro de 2015, o país já registrou 1.687 casos de microcefalia provavelmente relacionados ao vírus da zika.

Dengue
Até 11 de junho, o país tinha registrado 1.345.286 casos prováveis de dengue. Foram 50.703 novos casos em duas semanas, desde a divulgação do último boletim. O número é ligeiramente menor do que o registrado na mesma época no ano passado: 1.379.124. O ano de 2015 foi recordista de dengue: ao todo, foram 1.649.008 casos, maior número registrado na série histórica, iniciada em 1990.

As regiões Centro-Oeste e Sudeste têm as maiores taxas de incidência de dengue: 949,9 casos por 100 mil habitantes e 940,6 casos por 100 mil habitantes respectivamente.

Em 2016, foram confirmadas 318 mortes por dengue e 511 casos de dengue grave. Apesar de o número de casos da doença estar quase tão alto quanto no ano passado, o número de mortes diminuiu 57,7% em relação a 2015.

Chikungunya
Foram 137.808 casos prováveis de chikungunya no país até o dia 11 de junho. Em duas semanas, desde o último boletim, foram registrados 15.046 novos casos.

A região com maior taxa de incidência da infecção foi o Nordeste, com 213,2 casos por 100 mil habitantes. Só este ano, foram confirmadas 17 mortes por chikungunya, principalmente entre idosos. A mediana da idade das vítimas foi de 69 anos.

Em 2015, o país tinha registrado 38.332 casos prováveis de febre de chikungunya.

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