Rio Branco, Acre, 27 de outubro de 2020

Filho de ‘Capita’ e ex-Adidas estão por trás de briga entre City e United por Gabriel Jesus

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Arrancada de Neymar, passe para Luan e enfiada para Gabriel Jesus marcar durante treino da seleção olímpica na Granja Comary, em Teresópolis-RJ. Um golaço que deixou até o técnico Rogério Micale rindo à toa e o fez brincar sobre invadir o campo a partir da estreia contra a África do Sul, no próximo 4 de agosto.

Jesus não perdoa na frente do gol.

Ao lado de Neymar, a revelação de 19 anos é um dos que carrega o melhor aproveitamento na preparação.

O lance que levou Micale a delirar foi visto por poucos, no entanto.

Não tem sido assim ao longo da carreira de Gabriel. Na briga por sua contratação no mercado, Manchester City e United se mantiveram atentos a cada um de seus passos.

Os dois rivais contam com profissionais no Brasil dedicados a apenas isso.

Foi a partir de relatórios elaborados por eles, inclusive, que ambos decidiram que valeria entrar na disputa com Barcelona, Real Madrid e Inter de Milão. Segundo expectativa do Palmeiras, as cifras devem chegar a 40 milhões de euros (cerca de R$ 40 milhões), valor da multa rescisória. Foi esse o total sinalizado pelos representantes de Old Trafford.

Filho do Carlos Alberto Torres, tricampeão mundial com a seleção brasileira em 1970, Alexandre Torres é o responsável por municiar o United com informações sobre Gabriel Jesus.

Foi dele o informativo aconselhando o investimento para ‘convencer’ José Mourinho.

Ao contrário do rival, o City passou a ter um representante no país somente a partir de 2014. O encarregado por monitorar o Brasil e o restante da América Latina é Carlos Eduardo Santoro, que exerceu função semelhante antes na Adidas, mesma empresa que patrocina Jesus.

Em seu relatórios, Torres e Santoro destacam o atacante como joia a ser lapidada para atuar especialmente como referência no centro da área.

O Palmeiras está ciente disso e se movimenta para assegurar um percentual maior do seu destaque.

O time alviverde é dono de 30% dos direitos econômicos enquanto o próprio Gabriel, 25%, o advogado Cristiano Simões, 22,5%, e o empresário Fábio Caran, 22,5%.

 

Com informações de Espn.

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