Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Motorista confunde as marchas e colide carro contra muro em Cruzeiro do Sul
  • SOS Amazônia abre seletivo para contratar assistentes técnicos no Acre
  • Quatro deputados estaduais do Acre se filiam ao União Brasil em Brasília
  • Ifac abre 200 vagas para cursos gratuitos de inglês, espanhol e libras em Tarauacá
  • Saúde de Cruzeiro do Sul realiza mais de 4 mil atendimentos no Rio Liberdade
  • Médico cria receitas com desenhos à mão para ajudar pacientes analfabetos
  • Cruzeiro do Sul terá feriado prolongado na Semana Santa com duas UBSs abertas
  • Concurso da Ufac abre vagas com salários de até R$ 5,2 mil; inscrições começam em abril
  • Mulher que fez sexo com gêmeos idênticos não sabe quem é o pai do bebê
  • Acre avalia aderir a proposta que pode reduzir preço do diesel em até R$ 1,20 por litro
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
terça-feira, março 31
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Impeachment não passa o Brasil a limpo, diz Marina Silva

Por Redação Juruá em Tempo.12 de agosto de 20163 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A ex-senadora Marina Silva, filiada à Rede Sustentabilidade, disse nesta quinta-feira que, embora seja legal, o processo de impeachment não atende ao desejo da população de “passar o Brasil a limpo”.

Marina fez o comentário ao defender novamente a cassação na Justiça Eleitoral da chapa vitoriosa nas eleições de 2014 composta pela presidente afastada, Dilma Rousseff (PT), e seu vice, o agora presidente em exercício, Michel Temer (PMDB). Processos que correm no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tentam abreviar o mandato do governo eleito por conta de denúncias sobre o uso de recursos ilícitos, como dinheiro desviado da Petrobras, na campanha.

“As denúncias e os crimes que foram praticados e que estão sendo comprovados pela Lava Jato colocam cada vez mais o sentido de urgência do TSE”, afirmou Marina, após repetir que as denúncias de corrupção na Petrobras que recaem sobre o PT implicam também o PMDB.

“Uma vez comprovado que houve corrupção e que foram fraudadas as eleições pelo uso de dinheiro do ‘petrolão’, deve-se cassar a chapa que violou a lei. Aí, será dado um forte sinal para a sociedade de que o crime eleitoral não compensa”, acrescentou a ex-ministra do Meio-Ambiente.

Marina conversou com a Agência Estado após proferir na noite desta quinta-feira uma palestra sobre mudanças climáticas e crise ambiental num templo evangélico no centro da capital paulista. Na entrevista, ela avaliou que o governo Temer, apesar de ter “inegavelmente” acertado na escolha da equipe econômica, não “dialoga” com as grandes questões em discussão no mundo, mencionando temas ambientais.

“Não podemos passar o recado de que, resolvendo a economia, o resto não importa”, disse Marina. Ao comparar a qualidade técnica da equipe econômica com os erros cometidos em outras áreas, acabou dando ainda uma alfinetada no presidente interino, autor de poemas nas horas vagas. “Fazendo uma metáfora, é como se tivéssemos uma pessoa excelente em ortografia e gramatica , mas que não é capaz de fazer um poema. Só entender de economia não basta.”

A ex-senadora defendeu também a legalidade do processo de destituição de Dilma, que está na reta final no Senado. “Houve um crime de responsabilidade. A constituição assegura que um governante pode ser deposto (nesse caso) e essa é a realidade.”

Um dia após o término, na madrugada de quarta-feira, da sessão do Senado que encaminhou o processo de impeachment a julgamento final, Marina afirmou durante sua palestra na catedral presbiteriana que o mundo vive uma crise civilizatória, na qual uma das bases reside na grave crise política – igualmente exacerbada, segundo ela, no Brasil. De acordo com Marina, a política se tornou impotente em resolver os problemas da humanidade.

Num discurso em que por diversas vezes fez referências a passagens bíblicas a um publico majoritariamente de evangélicos, a ambientalista disse que a ruptura a um modelo de desenvolvimento ambientalmente sustentável terá que ser conduzido pela sociedade, e não por um partido ou por um presidente eleito.

“Talvez a mudança não venha de políticos. Pesquisas mostram que 39% dos consumidores aspiracionais querem mais do que preço, design e qualidade. Querem ética, produtos que não tenham sido feitos em prejuízo à contaminação da água, com trabalho escravo. A sociedade pressiona por mudanças”, disse a candidata derrotada no primeiro turno das eleições de 2014. “Um modelo sustentável precisa ser sustentável do ponto de vista ético e, para nós que cremos, do ponto de vista espiritual”, complementou Marina.

 

Com informações do Estadão Conteúdo.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.