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Onde vai passar a ferrovia bi-ocêanica?

Por Redação Juruá em Tempo.4 de agosto de 2016Updated:24 de setembro de 20162 Minutos de Leitura
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Em documento divulgado hoje no site do DAR (Derechos, Ambiente e Recursos Naturales), do Peru, estudo de viabilidade técnica para a construção da ferrovia aponta que a rota mais curta (870km) que ligaria Cruzeiro do Sul a Pucalpa, é inviável do ponto de vista legal dos dois países.

O estudo de viabilidade técnica sugere cinco rotas possíveis:

As Rotas B e P viriam praticamente paralelas à rodovia BR364, passando por Feijó, Tarauacá e Cruzeiro do Sul, variando no trajeto do lado peruana. Estas duas rotas atravessariam o PNSD e foram consideradas inviáveis do ponto de vista legal em ambos os países.

A Rota C1 atravessaria a fronteira a partir de Feijó, em direção ao rio Muru. Cruzaria uma área relativamente menor do PNSD (20 km, segundo o documento). O documento condiciona que esta rota poderia ser viabilizada desde que houvesse garantias sociais aos povos nativos impactados do lado peruano.

A Rota C2 evitaria o PNSD, mas impactaria o território dos índios isolados.

Finalmente, o documento propõe a Rota S, partindo de Rio Branco, paralelamente à Transocêanica, como sendo a mais viável.

MAPA-TREN
Imagem:DAR

A nota faz ainda sérios questionamentos à iniciativa de construção da ferrovia e afirma que ‘não estão claros os motivos que levaram a escolher este meio de transporte em relação a outras alternativas’ e cita rotas através da Bolívia (que já manifestou intenção de receber a ferrovia) ou mesmo do Chile, o que não traria impactos para a região Amazônica.

Por outro lado, o recém-eleito presidente do Peru, o liberal Pedro Paulo Kuscinsky, coloca entre as prioridades de seu plano de governo, a execução da ferrovia ligando Cruzeiro do Sul a Pucallpa.

Leia Aqui, nota original do DAR

No Brasil, o projeto é defendido por uma comissão presidida pelo senador acreano Jorge Viana (PT), que esteve em julho na China para participar de um seminário promovido pelo governo Chinês em parceria com a empresa chinesa de engenharia China Railway Eryuan Engineering Group (Creec) – responsável pelo estudo de viabilidade da obra.

Leia Aqui

Jorge Viana tem destacado que a modalidade férrea é mais sustentável para a Amazônia do que as rodovias.

O projeto, contudo, encontra críticos sobretudo na área ambiental.

 

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