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Pastor proíbe caçadores de pokémons durante cultos em igreja no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.9 de agosto de 20163 Minutos de Leitura
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“Pokémon Go” pode ser uma febre entre os fãs dos monstrinhos de bolso da Nintendo, porém, alguns locais estão colocando regras para a caça aos pokémons no mundo real. Pastor da Catedral Batista do Bosque, em Rio Branco, Agostinho Gonçalves, de 56 anos, foi um dos que proibiu os fiéis de jogarem durante os cultos.

A sede da igreja, na Via Verde, é uma “Pokéstop”, como são chamados os pontos espalhados pela cidade em que os usuários podem coletar pokébolas e outros itens.

Em uma postagem no Facebook, e durante um culto, porém, o pastor foi incisivo: “Proibido caçar Pokémon na Celebração da Catedral”.

Ele explicou a intenção. “É um aviso bem-humorado. O sentimento foi esse, quase como uma brincadeira. Pedi que durante a celebração isso não acontecesse, mas, com isso quero dizer também que durante a celebração não é para as pessoas ficarem olhando o Facebook e outras redes sociais”, salienta.

Gonçalves, no entanto, diz não ser contra o jogo ou se preocupar com o fato da sede da igreja ser uma “Pokéstop”.

“Não é que eu ache que Pokémon é coisa do diabo, não. Não tenho nenhuma preocupação com isso. Inclusive não acho anormal um adolescente caçar pokémons, só que dentro da celebração não pode. Uma questão de respeito a Deus, não é nem a mim”, enfatiza.

Até o momento, entretanto, o pastor diz não ter flagrado nenhum treinador Pokémon durante os cultos. “É um aviso preventivo”, diz.

O próprio pastor diz ser adepto das redes sociais e salienta que possui mais “curtidas” no Facebook do que figuras conhecidas da política acreana, como o vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC).

“Uso internet dentro do culto. Pode ser acessada, deve ser acessada, se isso tem a ver com a finalidade dessa celebração. Até porque sou uma das pessoas que mais recebem curtidas. Eu ganho do Jorge Viana normalmente”, diz bem humorado.

Espaços para jogar em Rio Branco
“Pokémon Go”, foi lançado no Brasil na  quarta (3). Na capital acreana, pontos turísticos, como a Catedral Nossa Senhora de Nazaré, o Palácio Rio Branco e a Biblioteca Pública, todos no Centro, têm sido ocupados por jogadores ávidos por capturar os monstros de bolso.

Os espaços são “ginásios Pokémons”, locais onde os jogadores batalham entre si para capturar o maior número e também o mais raros pokémons.

Existem ainda, os “PokéStop” pontos espalhados pela cidade para os usuários se encontrarem, a sede da Advocacia Geral da União, também no Centro e a Igreja Santa Inês, no bairro Bosque, fazem parte desse grupo.

Os pokémons aparecem aleatoriamente pelo mapa, respeitando um nível de raridade e algumas condições geográficas. Monstrinhos de água, por exemplo, tendem a surgir perto de rios, lagos e mares. A ideia é que você ande por aí para encontrá-los e capturá-los. E para isso, basta arrastar a pokébola que aparece na parte de baixo da tela na direção do pokémon.

 

Com informações do G1.

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