Rio Branco, Acre, 20 de janeiro de 2021

Greve dos bancários chega ao 17º dia sem acordo

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin
Share on pinterest
Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email

A greve dos bancários completou 17 dias nesta quinta-feira  sem que os trabalhadores e o bancos tenham chegado a qualquer acordo.

Segundo balanço da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a greve fechou 13.159 agências – número menor em relação ao dia anterior, de 13.398 agências fechadas. A paralisação fechou ainda 43 centros administrativos, 3 a mais que na véspera.

Os bancários têm reunião na próxima segunda-feira (26) para definir os próximos passos da paralisação.

Negociação
Segundo a Contraf, os bancos reapresentaram a proposta que já haviam feito na reunião no dia 13, que terminou sem acordo. Na no dia 9, os bancários já haviam recusado a outra proposta da Fenaban. A greve teve início  no dia 6.

A Fenaban não tem divulgado balanços diários de agências fechadas, mas informa que a população tem à sua disposição uma série de canais alternativos para realizar transações financeiras.

De acordo com o Banco Central, o país tem 22.676 agências bancárias instaladas, segundo último balanço do Banco Central.

Reivindicações
A categoria havia rejeitado a primeira proposta da Fenaban – de reajuste de 6,5% sobre os salários, a PLR e os auxílios refeição, alimentação, creche, e abono de R$ 3 mil. A proposta seguinte, também rejeitada, foi de reajuste de 7% no salário, PLR e nos auxílios refeição, alimentação, creche, além de abono de R$ 3,3 mil.

Os sindicatos alegam que a oferta não cobre a inflação do período e representa uma perda de 2,39% para o bolso de cada bancário. Os bancários querem reposição da inflação do período mais 5% de aumento real, valorização do piso salarial – no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho) -, PLR de três salários mais R$ 8.317,90, além de outras reivindicações, como melhores condições de trabalho.

A Fenaban disse em nota que “o modelo de aumento composto por abono e reajuste sobre o salário é o mais adequado para o atual momento de transição na economia brasileira, de inflação alta para uma inflação mais baixa”.

Leia também

Receba nossas novidades

Av. Rodrigues Alves 60 – Centro – Cruzeiro do Sul AC.