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Indústria de palhetas prospera com trânsito fluvial intenso no Rio Juruá

Por Redação Juruá em Tempo. 13/09/2016 14:24
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O Rio Juruá tem o trânsito fluvial mais movimentado do estado, sendo a cidade de Cruzeiro do Sul o ponto central.

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Observando o rio de uma das colinas da cidade, é possível perceber a intensa movimentação de canoas, barcos, botes, batelões, rebocadores, bajolas e voadeiras transportando passageiros e mercadorias, que dão um colorido todo especial à paisagem.

Toda essa variedade e quantidade de embarcações gerou uma indústria próspera: a de palhetas, item indispensável na navegação.

Hoje a referência na cidade na fabricação dessas peças é Francisco Souza, mais conhecido como Chico do Corró.

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Chico começou a trabalhar com o pai Raimundo Souza, que era conhecido como Raimundo do Corró, de quem herdou o apelido e a arte de fazer palhetas.

Ele ainda hoje mantém uma oficina na beira do rio, mas, em 2013, quando o Estado construiu o polo naval, instalou-se no local e montou uma fábrica com equipamentos e material mais modernos, com incentivos recebidos do governo.

Hoje Chico do Corró faz qualquer tipo de palheta, para vários tipos de embarcação, atendendo, além da região de Cruzeiro do Sul e do Alto Juruá, clientes dos rios Envira, Tarauacá, Jordão e do estado do Amazonas.

Caso necessário, podem ser fabricadas até 200 palhetas por dia, contando com a ajuda de quatro trabalhadores. Isso tudo sem contar com a fabricação de lemes.

“A fabricação de palhetas é um negócio bom mesmo aqui em Cruzeiro do Sul”, destaca Chico.

Homenagem na Expoacre Juruá

Chico do Corró montou um estande na Expoacre Juruá, realizada de 4 a 7 de setembro, na qual mostrou vários tipos de palhetas.

No último dia da feira, Chico do Corró fez questão de homenagear o governador Tião Viana, a vice-governadora Nazareth Araújo, o gestor Secretaria de Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis e Desenvolvimento Florestal (Sedens), Sibá Machado, e o núcleo local da secretaria, presenteando-os com miniaturas metálicas de barcos, criadas e executadas em sua oficina. Os presentes foram recebidos pelos organizadores da Expoacre e representantes da Sedens.

“Todo ano a gente fabrica umas lembrancinhas. Essas pessoas cuidam da gente, zelam pela gente, então temos que fazer o máximo por elas também”, expressou.

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