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Esporte

Médicos do Palmeiras negam doping de Arouca

Por Redação Juruá em Tempo. 01/09/2016 13:29
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O Palmeiras convocou uma entrevista no início da tarde desta quarta-feira (31) para justificar o resultado positivo para o exame antidoping do volante Arouca, flagrado na partida contra o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro. Os médicos Rubens Sampaio e Vinícius Martins defenderam o clube pelo uso de um medicamento e negaram o ‘doping’ do jogador.

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“A conduta é médica, justificada e não é doping”, sentenciou o Rubens Sampaio, o Rubão, que tratou de explicar o caso.

“Fomos comunicados ontem pela comissão de antidoping da CBF que o exame do Arouca testou positivo para uma substância ‘triancinolona’. Estamos absolutamente tranquilos ao que causou esta notificação, porque temos tudo documentado devidamente no prontuário e calçado nos exames de imagem”, acrescentou.

A segurança apresentada pelos médicos fará o Palmeiras sequer pedir a contraprova à comissão de doping da CBF; o ofício que abdica do novo exame será enviado ainda nesta quarta-feira.

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Arouca receberá uma suspensão preventiva de 30 dias a partir do segundo comunicado da CBF, a ser enviado após a notificação do Palmeiras sobre a rejeição à contraprova.

“Fizemos uma infiltração com o medicamento Triancil, na caixa deste medicamento consta ‘uso adulto e intra-articular’. É fundamental ressaltar o intra-articular, porque esta substância é dopante em alguns casos e em outros permitido”, garantiu.

“O DM agiu de acordo com a ciência e regras do jogo, não deixamos ninguém levar vantagem. O uso de corticoide é permitido pela Wada, Fifa, talvez seja a melhor opção no caso e deve ser usado sem caracterizar nenhum dolo. Tudo está documentado, incluindo a infiltração e quando foi o dia”, defendeu-se Rubens Sampaio.

O resultado positivo para o uso de substâncias consideradas doping ocorre pela segunda vez nesta temporada. Antes de Arouca, o atacante Alecsandro recebeu exame com agentes anabólicos no organismo. O veterano de 35 anos acabou suspenso por dois anos, em julgamento ocorrido em julho.

 

Com informações da Folhapress.

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