Rio Branco, Acre, 23 de novembro de 2020

Guerra entre facções continua no Acre

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A morte de um jovem de 22 anos em Assis Brasil é mais um sinal da guerra declarada entre as facções criminosas no Acre. Alessandro Bastos da Silva, 22, tinha, no braço, uma tatuagem de um desses grupos e foi executado com quatro tiros de pistola.

Os números não são precisos, mas, as últimas execuções indicam que os grupos criminosos estão brigando por poder e espaço no comércio de droga.

Uma conversa telefônica entre dois membros rivais, que foi parar nas redes sociais, mostra a animosidade. O áudio mostra um dos membros de uma das facções reclamando da morte de um dos parceiros que teria sido assassinado por uma pessoa ligada ao grupo rival.

Do outro lado da linha, o homem supostamente de uma das facções alerta os conselheiros do outro grupo a evitar vingança. “Se essa parada continuar, mano, nem Jesus Cristo descendo para a terra conseguirá parar”, alertou.

A polícia sabe que foi decretada a guerra entre as duas facções. Os casos de execuções ficaram mais frequentes e mostra que a guerra silenciosa entre as facções está em andamento.

O secretário de Estado de Segurança, Emylson Farias, informou que todos os casos de homicídios estão sendo apurados, mas não é fácil chegar aos autores quando se trata de execução.

Quanto ao confronta das facções, disse que já é o resultado do trabalho da polícia que, nos últimos dias, prendeu 400 pessoas ligadas a esses grupos criminosos. “Os líderes dessas facções foram transferidos para outros estados, estão isolados ou no regime diferenciado. Não estamos dando trégua nem recuando”, avisou.

A polícia está monitorando alguns membros das facções, mas é impossível evitar as ordens e os cumprimentos das execuções.

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