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Em meio a protestos, Câmara Municipal aprova crédito suplementar a Prefeitura de Cruzeiro do Sul

Por Redação Juruá em Tempo. 07/12/2016 20:25 Atualizado em 07/12/2016 20:35
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Pela segunda vez consecutiva, as sessões na Câmara Municipal de Vereadores de Cruzeiro do Sul foram repletas de protestos, gritos e vaias. Presentes, vários manifestantes fizeram questão de protestar contra alguns projetos que haviam sido aprovados pelos parlamentares, sendo um deles, o de crédito suplementar, solicitado pelo atual prefeito Vagner Sales, para que pudesse ser realizado o pagamento de alguns servidores públicos.

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Após votação, o projeto foi aprovado pela maioria dos parlamentares, mais acabou tendo um voto contra, vindo do vereador Marronzinho, do PT. De acordo com o parlamentar, o seu voto foi contrário, pelo fato que a prefeitura não soube administrar as contas públicas, que são organizadas e planejadas anualmente. Durante a fala, o parlamentar ainda citou que isso seria como entregar nas mãos do prefeito Vagner Sales “um cheque em branco, para que ele pudesse fazer o que quisesse com o mesmo”.

“Aprovar um projeto desses é a mesma coisa que entregar um cheque em branco nas mãos do prefeito Vagner Sales. Sabe-se lá o que ele vai fazer com esse cheque, se é realmente para pagar os funcionários públicos do município”, finalizou.

Em contra partida, a presidenta da Câmara, Rocilda Sales do PMDB, falou sobre o projeto de suplementação aprovado pelos parlamentares.

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“Essa suplementação é normal que os prefeitos peçam para os legislativos. E nós entendendo a situação que se encontra hoje a prefeitura, pagamento de funcionários e outros, é muito compreensivo da nossa parte, autorizar que o prefeito use esse dinheiro que está chegando ai, fora do orçamento”, finalizou.

Outro assunto, debatido pelos parlamentares na noite desta terça-feira (06), foi a exclusão do projeto que criava uma subprefeitura no bairro do Miritizal. Porém, um novo projeto foi aprovado e a comunidade Liberdade, que fica localizada na zona rural de Cruzeiro do Sul, vai ter uma subprefeitura. O projeto original gerou bastante polêmica, já que era proposto um aumento no salário dos subprefeitos, que seria de 66%, passando de R$ 1.680 para 2,8 mil. Entretanto, na última sessão, o valor mensal ficou acordado em R$ 2,2 mil.

“A gente aprovou o projeto com as modificações que foram solicitadas pela população. A gente conversou com o presidente da UMAN, e fez as modificações e os vereadores já sabiam de todas nas modificações, que apenas foram de encontro com as solicitadas pela sociedade”, ressaltou a presidenta da casa, Rocilda Sales.

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