Rio Branco, Acre, 28 de outubro de 2020

Eleição em 2018 esquenta o debate entre deputados da situação e oposição na Aleac

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A eleição de 2018 foi o centro do debate na sessão de quinta-feira, 29, na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Deputados da situação e oposição trocaram farpas ao defender seus pretensos candidatos e as ações de suas coligações.

A discussão teve início quando os deputados da oposição criticaram a FPA por ter realizado um evento em Cruzeiro do Sul para apresentar os quatro pré-candidatos ao governo do Acre pela coligação. Para os oposicionistas, a FPA está realizando campanha extemporânea ao realizar as plenárias.

“A FPA tem medo de perder o governo, por isso estão em campanha há muito tempo (…) usando caneta e diário oficial. Como não está sendo suficiente, além da campanha encoberta, estão fazendo agora escancaradamente”, disse Gehlen Diniz (PP)

O líder do PT na Casa, deputado Lourival Marques retrucou o colega de parlamento e disse que a coligação apenas convida a população para debater acerca da sucessão estadual. “Engraçado que quando o debate é organizado pela FPA é campanha extemporânea. E os eventos que vocês fazem? Devemos classificá-los como? Não sejam hipócritas”, disse.

Para Jonas Lima (PT) afirma que as acusações do bloco de oposição demonstra desespero. “Vir aqui apontar o trabalho da FPA é sinal de desespero. A oposição está incomodada porque não tem nome, ela tem um menino como candidato (…) entrar na justiça para impedir a FPA de fazer seus eventos, isso é desespero.”, disse Jonas Lima ao frisar ainda que a oposição está com medo de perder a eleição por ter apenas um nome para apresentar a população como candidato.

Em reposta ao comentário do petista, o democrata Antonio Pedro ressaltou que o bloco possui também candidatos qualificados para entrar na disputa. “Não temos apenas um nome. Além de Gladson Cameli temos pessoas qualificadas como Tião Bocalom, Sérgio Petecão, Major Rocha, enfim, temos outros nomes que podem entrar nessa disputa, porém, entendemos que o nome de Cameli seja o mais viável. Isso é uma briga desnecessária. Criticar porque um bloco tem quatro e outro apenas um. Em que isso acrescenta de benefício para o povo do Acre?”, questionou o deputado.

O líder do governo, Daniel Zen (PT), por sua vez, disse que a oposição desqualifica um debate tão importante como o da sucessão estadual. “Nosso foco é debater junto com a sociedade fortalecimento do nosso Estado. É isso que essas quatro pré-candidaturas representam, mas aí vem à oposição e tenta desvirtualizar o debate. Para uns pode, para outros não pode. É isso? É aquela seletividade que sempre nos queixamos aqui sobre os entendimentos e visões da oposição”.

Por Marcela Jansen

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