
Estiveram presentes representantes partidários do PT, PCdoB, PSB, PV, PSDC e PSOL.
Na ocasião também foram apresentados ao senado os nomes de Ney Amorim (atual presidente da ALEAC) e Jorge Viana à reeleição, lembrando que em 2018 serão duas vagas, e portanto dois votos ao senado.
A decisão estratégica de apresentar quatro nomes, ao invés de um único, teria partido do próprio governador Tião Viana, principal condutor do processo de sua sucessão política.
“O objetivo é mostrar que diante de tanta dificuldade da vida, da política e de todas as áreas do Brasil e do mundo, o único caminho que pode gerar um resultado positivo, o melhor resultado é uma visão de comunidade, é radicalizar a democracia.”, disse.
Atualmente secretário de segurança pública, Emylson Farias, entende que as múltiplas candidaturas, enriquecem o debate democrático, por agregar lideranças políticas com diferentes vieses.

Para o líder do governo da ALEAC, Daniel Zen, a proposta representa uma radicalização da democracia.
“É na verdade uma radicalização da democracia. E contribui para a gente ir se preparando. Porque no tempo que a gente debate os nomes, na verdade a gente debate também as ideias que cada um desses nomes apresenta. Assim teremos condições de formular um novo programa e para pedir a renovação da confiança das pessoas e quem sabe poder continuar contribuindo para as transformações no nosso estado.”
Para o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, a proposta de quatro pré-candidaturas traduz a união entre os diferentes grupos políticos dentro da FPA.

Nazaré Marques

Disputa é pela Vaga de Petecão

“Sempre tive um respeito enorme pelo Senador Jorge Viana, não estou aqui para disputar cadeira com ele, minha briga é para recuperarmos a cadeira que está do lado de lá. E eles (oposição), se preparem, porque eu irei devolver essa cadeira para Frente Popular”.




