Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Flávio Bolsonaro pede ao TCU auditoria sobre contas públicas do governo Lula
  • Sisu: confira os dez cursos e instituições com mais vagas ofertadas
  • Eleições 2026: saiba como emitir o título de eleitor sem sair de casa
  • Após términos, Zé Felipe inicia 2026 com recado: “Nada será dito sem verdade”
  • Gerson, Vitão e Arana: veja quem movimenta o mercado da bola para 2026
  • Defesa argumenta risco à saúde e pede que Bolsonaro siga internado
  • Após beijos com Shawn Mendes, Bruna Marquezine posta: “Mereço ser amada”
  • VÍDEO: mulher fica acordada e faz crochê durante retirada de tumor no cérebro
  • Mais de 38 mil pessoas saíram da pobreza no Acre em 2025, diz levantamento do governo
  • Da farinha ao pasto: mandioca pode virar aliada estratégica da pecuária acreana
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, janeiro 1
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Saída do PSDB da base de Temer está fora do controle, diz Tasso

Por Redação Juruá em Tempo.11 de julho de 20174 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), admitiu nesta segunda-feira, 10, que o partido está desembarcando do governo Michel Temer “independentemente” de sua vontade.

“O que eu tenho dito não é consenso, mas o que tenho visto é que o partido está desembarcando independentemente do meu controle e da minha vontade”, afirmou o senador após jantar com líderes tucanos no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, a convite do governador Geraldo Alckmin.

Ele contou ainda que o partido deverá fazer uma “renovação total” de seus quadros em agosto, quando deverá realizar uma convenção para a eleição da Executiva.

Tasso disse, em coletiva de imprensa, que a legenda vai aguardar o término da votação da admissibilidade da denúncia por corrupção passiva contra Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. “Estamos acompanhando. Hoje (ontem) tivemos a notícia da CCJ, notícias desencontradas sobre a data de votação. Vamos acompanhar de perto a votação”, disse. Segundo ele, o partido não poderia definir uma posição ontem porque não era uma reunião da Executiva. O encontro durou quatro horas.

Um dia depois de afirmar que o PSDB deve apoiar o governo somente até a aprovação das reformas, Alckmin reuniu os líderes para firmar um pacto de não agressão entre a ala que quer o desembarque imediato da base e o grupo que trabalha pela permanência. “Mas vai ficando claro na consciência dos líderes qual é o melhor caminho para o futuro”, disse ele, esquivando-se de dizer qual seria este melhor caminho em sua opinião.

Na coletiva, o líder da bancada na Câmara, deputado Ricardo Tripoli (SP), disse que, na CCJ, o partido deverá dar cinco votos pela aceitação da denúncia e dois contra. “Sobre a questão no plenário, vamos convidar uma reunião amanhã ou depois para (analisar) a postura da bancada. Há hoje uma maioria no sentido da admissibilidade que eu não sei quantificar ainda porque não fizemos a reunião”, afirmou. Ontem, o relator na CCJ, Sergio Zveiter (PMDB-RJ), leu seu relatório pela admissibilidade da denúncia.

A reportagem apurou que, durante o jantar, Tasso disse que o partido vai desembarcar “naturalmente”. Segundo relatos dos participantes, Alckmin concordou que está chegando a hora de os quatro ministros tucanos saírem. Também acompanharam este entendimento o senador Cássio Cunha Lima (PB), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o governador do Paraná, Beto Richa.

Participaram também da reunião de caciques tucanos os governadores Marconi Perillo (GO), Reinaldo Azambuja (MS) e Pedro Taques (MT), o senador Aécio Neves (MG), presidente licenciado do partido, o senador José Serra (SP) e o prefeito de São Paulo, João Doria.

Disputa

O encontro acabou por acirrar ainda mais a crise entre a cúpula e a ala mais jovem do partido. Ao saber do encontro, deputados que defendem o rompimento avisaram que a decisão da bancada no plenário da Câmara sobre a admissibilidade da denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Temer não será submetida aos dirigentes nacionais.

“Nunca aconteceu na história do PSDB de a Executiva deliberar sobre o voto dos deputados. Cada um vai votar conforme sua própria consciência”, disse o deputado Daniel Coelho (PE). Ainda segundo ele, a posição sobre o governo se concretiza apenas de um jeito: com os votos do Parlamento.

Da CCJ, o deputado Fábio Souza (PSDB-GO) disse nesta segundal, mais cedo, que a maioria dos membros da comissão devem votar pela aprovação do relatório. “Até o início da semana passada a maioria era pela permanência. Com a prisão de Geddel (Vieira Lima, ex-ministro da Secretaria de Governo), isso se inverteu.”

‘Não fui convidado’

Vice-presidente nacional do PSDB, o ex-governador Alberto Goldman disse que não foi chamado para o jantar e questionou o poder deliberativo de um encontro que não foi submetido à Executiva do partido. “Não fui convidado e não sei quem estabeleceu quem iria, mas a decisão é da Executiva. O encontro de hoje não tem caráter deliberativo”, disse o tucano. Com informações do Estadão Conteúdo.

Sem citar nomes, Goldman também questionou os interesses políticos que motivam setores do partido. “Sair do governo pode ajudar a preservar interesses pessoais ou partidários, mas não ajuda o futuro do País”, afirmou o ex-governador. Com informações do Estadão Conteúdo.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.