Rio Branco, Acre, 30 de julho de 2021

15 anos após filme, Cidade de Deus ainda é cenário de violência

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violência e criminalidade expostas em “Cidade de Deus” continuam vitimando moradores da comunidade homônima da Zona Oeste do Rio de Janeiro, controlada pela facção criminosa Comando Vermelho. Em 30 de agosto de 2002, quando o longa-metragem de Fernando Meirelles chegou aos cinemas, o Instituto de Segurança Pública (ISP) dava conta que 84 mortes violentas tinham sido registradas na vizinhança da 32ª DP.

São consideradas mortes violentas, homicídio culposo, morte por intervenção policial, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. Em 2005, ainda segundo números do ISP, os assassinatos chegaram ao ápice, com registro de 136 vítimas. Em 2007, as mortes violentas chegaram a 87.

Dois anos depois, com a criação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na Cidade de Deus, o índice chegou a 84 e se manteve em queda até 2012, quando chegou a 45 mortes violentas por ano. O ano de 2016 mostra novo crescimento na quantidade de assassinatos: 99 casos. E neste ano, até julho, 57 pessoas já perderam a vida para a violência. A média, segundo o G1, chega a 8 registros por mês. Com informações de Notícias ao Minuto.

ALEAC

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