Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Governo Lula libera quase R$ 600 mil para cidade do Acre após desastres ambientais
  • Campeonato Acreano de Fisiculturismo 2026 abre inscrições para atletas até 7 de maio; veja categorias
  • Justiça manda prender goleiro Bruno após passagem pelo Vasco do Acre
  • Pai busca criança errada no 1º dia de creche e só percebe após aviso de outro responsável
  • Moraes nega que recebeu mensagens de Vorcaro no dia da prisão do banqueiro
  • Aumento de diagnósticos de autismo amplia demanda por terapeutas ocupacionais no Norte
  • Vereadores de Senador Guiomard receberam R$ 4 mil em diárias para agendas em Rio Branco
  • Apontado como “matador de facção” é condenado a mais de 14 anos de prisão
  • Acre aparece entre os estados com maior equilíbrio salarial entre homens e mulheres
  • Gladson Camelí convoca evento para anunciar aliança entre PP, UB e PL visando eleições de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, março 7
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Esporte

Fluminense é investigado por pagamento de propina para liberar estádio

Por Redação Juruá em Tempo.13 de setembro de 20172 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Fluminense está na mira da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro, que deflagraram uma operação para investigar esquemas de corrupção no Corpo de Bombeiros. De acordo com a investigação, o clube teria conseguido a liberação do estádio Giulite Coutinho, em Edson Passos, na Baixada Fluminense, mediante ao pagamento de propina aos Bombeiros. O estádio pertence ao América, mas foi utilizado pelo tricolor em 2016.

De acordo com informações do G1, 34 pessoas foram presas na manhã desta terça-feira (12), sendo a maioria bombeiros militares. Segundo a Corregedoria Geral Unificada (CGU) do Grupo de Atuação Especia de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), o esquema liberava a documentação, mesmo sem que as exigências de segurança fossem cumpridas. Bastava pagar propina.

O Fluminense ainda não se manifestou sobre o caso. Já o América emitiu uma nota se isentando de qualquer responsabilidade.

“O America Football Club esclarece que não tratou da obtenção de Laudo (LPCI) junto ao Corpo de Bombeiros em 2016, conforme veiculado em meios de comunicação. Portanto, o America Football Club não tem nenhuma responsabilidade sobre os fatos levantados e está à disposição das autoridades”.

Os investigadores no entanto não revelaram quem pagou a propina, se foi o América ou o Fluminense.

Em 2016, devido o uso do Maracanã pelos Jogos Olímpicos, o Fluminense firmou uma parceria com o América para utilizar o Giulite Coutinho. Entretanto, segundo lembrou o Globoesporte.com, o local sofria problemas para obter liberação junto aos órgãos de segurança.

Por:
Music notes
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.