Rio Branco, Acre, 25 de julho de 2021

Carne suína acreana é autorizada a ser vendida para a Bolívia

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Após recente conquista do mercado peruano, agora é a vez da Bolívia autorizar a entrada da carne suína brasileira em seu mercado. Isso é uma conquista de intenso diálogo realizado pelo governador Tião Viana com o Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil (Mapa) e os órgãos de controle boliviano.

O anúncio foi feito por Tião Viana em sua página de Facebook, na noite desta segunda-feira, 16. Inácio Moreira, diretor-presidente da Agência de Negócios do Acre (Anac), e Paulo Santoyo, diretor da empresa Dom Porquito, explicam em vídeo essa nova etapa.

“Hoje tivemos a notícia da liberação da carne suína brasileira na Bolívia. Recentemente, estivemos em uma comitiva com o ministério brasileiro no Peru e na Bolívia para tratar dessas liberações”, disse Inácio. “Os produtores têm agora mais uma segurança, pois temos um produto de qualidade e temos mercado”, complementou.

A conquista é comemorada também por Santoyo, que vê agora mais um desafio para a planta industrial a qual administra, fruto de uma parceria do governo do Estado e criadores de suínos. “Estamos autorizados a fornecer matéria prima de carne suína para as indústrias bolivianas. Isso vai demandar muito da Dom Porquito e dos nossos produtores. É um aumento de até 4 a 5 vezes da nossa produção”, afirma o empresário.

Ainda na manhã de segunda-feira, o governador Tião Viana recebeu em seu gabinete representantes da Cooperativa de Agricultores Familiares do Alto Acre (Cooperacre) que vieram agradecer por todos os esforços do governador junto à liberação da exportação da carne suína para os dois países.

“Estamos colhendo o fruto do desenvolvimento sustentável, garantindo industrialização e inclusão dos pequenos produtores na economia do estado. Esse é o caminho que o Acre deve seguir”, disse o governador.

A indústria acreana

O projeto Dom Porquito foi criado em 2011, durante o primeiro mandato do governo de Tião Viana, em uma iniciativa que ajudaria a consolidar um novo modelo econômico no Acre: a parceria público-privada-comunitária. A empresa é uma Sociedade Anônima em que a Agência de Negócios do Acre tem 37% das ações e os demais acionistas, 63%. Os investimentos, só no frigorífico foram R$ 62 milhões, enquanto o complexo todo já englobou cerca de R$ 86 milhões.

Os agricultores familiares, organizados em uma cooperativa, são responsáveis por realizar a engorda e cuidados para o crescimento do animal, que seguirá para o abate. A ração e orientações técnicas são fornecidas pela empresa.

O frigorífico, parte essencial para o projeto, foi inaugurado em 2015, com uma grande festa – com a presença do ex-presidente Lula -, do governador Tião Viana e de cerca de quatro mil produtores de todo o estado, em Brasileia, durante o Primeiro Encontro das Cadeias Produtivas Sustentáveis do Alto Acre.

ALEAC

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