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Índios Ashaninka lutam contra a força do narcotráfico

Por Redação Juruá em Tempo.2 de novembro de 20172 Minutos de Leitura
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No ano de 1999, o povo indígena Ashaninka, que vive ao longo do Rio Amônia, em Marechal Thaumaturgo, no Acre, foi testemunha da ousadia e poder financeiro de traficantes. Os rios, igarapés e caminhos por meio da floresta que separam o Brasil do Peru tornam essa região rota de drogas.

Francisco Piyãko Ashaninka, uma das lideranças da Aldeia Apiwtxa, relata à agência Notícias do Acre como foi feita a abordagem: “A proposta que fizeram era construir uma pista de pouso dentro de nossa Terra Indígena [T.I.], próximo à linha da fronteira para retirar sua cocaína. Diziam que estava ficando muito difícil pousar em território peruano, perdiam pessoas e dinheiro”, disse.

A proposta, que incluía ainda o pagamento de U$ 50 mil por avião pousado, foi plenamente recusada por toda a aldeia. “Eu pedi a palavra, em nome dos Ashaninka, e falei que como estávamos recebendo uma proposta numa relação de negócio, a nossa resposta era não, nossa comunidade é contra o narcotráfico, tráfico madeireiro e qualquer atividade ilícita, e nossa luta era por liberdade”, declarou Francisco.

O testemunho comprova que há muito tempo o narcotráfico utiliza o Acre como passagem da droga e que as fronteiras brasileiras são frágeis. O Peru é o segundo maior cultivador da folha de coca, planta tradicional usada para a produção da droga cocaína. Com informações da Agência de Notícias do Acre.

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