Rio Branco, Acre, 30 de julho de 2021

26% dos acreanos vivem abaixo da linha de pobreza

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Pouco mais de 51% da população acreana sobrevivia com metade de um salário mínimo em 2016, quando o valor chegava a R$ 880, sendo que 26% estavam abaixo na linha da pobreza, ou seja, 208 mil habitantes tinham acesso a uma renda mensal de R$ 220.

Os dados levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), buscou atualizar a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), enquadrando os resultados apontados pelo Banco Mundial como renda abaixo da linha da pobreza, em que moradores do Acre poderiam viver com uma renda de até 5,5 dólares por dia ou R$ 387 por mês.

Com base no levantamento, 12,9% dos rio-branquenses, quase 49 mil pessoas, viveriam com até R$ 220. Outros 23,3% viveriam com mais de um quarto de um salário, chegando a receber até R$ 440.

Na análise do saneamento, a pesquisa constatou que no Acre 10,2% da população vivem em casas sem banheiros ou sanitário de uso exclusivo e 1,2% em domicílios com paredes externas construídas com material não durável, como madeira, plástico ou papelão.

O índice de Gini no Acre chegou em 2016 a 0,523 (medida de desigualdade desenvolvida pelo estatístico italiano Corrado Gini), que vai de zero a um, e quanto mais próximo de zero significa que há maior igualdade.

Freud Antunes

ALEAC

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