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Reajuste do preço do asfalto pode parar obras nas estradas e prefeituras

Por Redação Juruá em Tempo.14 de dezembro de 2017Updated:14 de dezembro de 20172 Minutos de Leitura
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As obras de manutenção e construção de rodovias podem parar em 2018 por causa da nova política de reajuste no preço do asfalto anunciada pela Petrobras para 2018. A empresa anunciou este mês que reajustará o preço do asfalto mensalmente a partir de janeiro de 2018. Esse reajuste mensal será de até 8% em janeiro, fevereiro, março e abril e de até 12% ao mês a partir de maio. O presidente da Comissão de Infraestrutura da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Carlos Eduardo Lima Jorge, afirmou que o setor está sem garantia de continuidade dos serviços. As prefeituras de todo o país também serão afetadas pelo reajuste, que mexerá em contratos re recuperação e abertura de ruas e estradas nos municípios.

Só em Rio Branco, a prefeitura comprou mais de 30 mil, toneladas de asfalto em 2017, segundo o prefeito Marcus Alexandre a um preço médio de R$ 480,00 a tonelada. O reajuste mensal vai encarecer ainda mais os serviços em execução.

Desde Acrelândia a Cruzeiro do Sul, o Acre tem mais de 800 km de rodovias a serem recuperadas com asfalto, o que deve encarecer muito as obras, tanto a cargo do governo estadual, como do governo federal e prefeituras.

Os contratos das construtoras com o governo preveem reajustes anuais, mas os empresários reclamam que empresas não têm condições de arcar com reajustes mensais durante todo o ano e só depois repassar o custo ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O Dnit é o órgão do governo responsável pela contratação de obras de construção e manutenção de rodovias.

O presidente da Comissão de Infraestrutura da Cbic destacou que a proposta é que o Dnit pague todo mês o gasto com o asfalto. “O asfalto é um item que pesa muito em determinados tipos de obras. Nas obras de manutenção, por exemplo, ele representa 40% de todo o custo”, disse.

Para o prefeito marcus Alexandre, há o risco de pequenas prefeituras serem obrigadas a parar completamente ou limitar muito o trabalho de recuperação de ruas e operações tapa-buracos. Ele diz que se esforçará para que a nova política de preços não afete a capital.

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