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Home»CONFIRA AQUI

‘Foco será no crescimento econômico’ – Entrevista exclusiva com Marcus Alexandre

Por Redação Juruá em Tempo.29 de janeiro de 2018Updated:30 de janeiro de 201814 Minutos de Leitura
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por Leandro Altheman 

Confirmado como pré-candidato ao governo do estado pela Frente Popular, o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre prepara-se para entrar na disputa que promete ser acirrada esse ano. Desde que chegou ao Acre, em setembro de 1999, o engenheiro civil natural de Ribeirão Preto- SP acumulou 14 anos de trabalho no Governo do Estado, na Secretaria de Planejamento e Deracre e mais seis anos como prefeito da capital. Discreto quanto à sua fé, Marcus Alexandre que é evangélico, vem procurando manter o diálogo com todos setores da população. Prova disso é o exercício diário de peregrinação que faz nos bairros da capital, e mesmo os mais distantes já receberam sua visita. Visita que, na maioria das vezes se traduzem em ações concretas de reparos e melhorias na infra-estrutura do bairro. O apelido dado pelos seus adversários de ‘madrugador’, faz de certa forma jus à marca pessoal que vem imprimindo à prefeitura. Nessa entrevista exclusiva ao site Juruá em Tempo, Marcus Alexandre respondeu a diversos questionamentos como a crise política do PT, os problemas na BR 364, a descontinuidade de obras do governo do estado no Juruá e a crise da segurança pública e deu a deixa de qual será o foco em seu plano de governo caso venha a ser eleito: crescimento econômico.

Juruá em Tempo: O sr. aceitou o desafio de concorrer ao governo do estado. Nesse sentido algumas coisas são patentes, como por exemplo, a diferença que é administrar Rio Branco e administrar o Estado do Acre. O interior do estado é muito diferente da capital. Como pretende lidar com isso?

Marcus Alexandre: A pré-candidatura é fruto de um convite honroso de processo da FPA de escolha. Participei desse processo com outras lideranças como Emylson, Nazaré, Daniel, que possuem grandes serviços prestados à população. É um convite de vida para mim e tenho muita alegria de poder participar desse momento da história com os partidos da FPA.

A gente tem a noção do tamanho do desafio que é cuidar do nosso estado. Vou fazer isso com planejamento, organização e dedicação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trabalhei no governo durante 14 anos no planejamento (SEPLAN), quatro como secretário adjunto. Seis anos no DERACRE. Tive a oportunidade de conhecer todos os municípios. Acompanhar e coordenar obras importantes como a BR, a construção das pontes, aeroportos e avenidas. Ajudava a cuidar do orçamento do estado na SEPLAN. Então a gente tem a noção do tamanho do desafio que é cuidar do nosso estado e vou fazer isso com planejamento, organização e dedicação.

J.T. – Não teme que sua desincompatibilização do cargo venha a trazer algum desgaste político?

M.A.– Estamos fazendo da melhor forma possível com a grande companheira que é a Socorro Nery. Nossa vice tem dado todas as demonstrações de lealdade e compromisso. Caminhamos juntos com a população de Rio Branco na eleição e 2016. Nosso compromisso com o plano de governo e cumprimento de metas é o mesmo compromisso da Socorro. Então nossa gestão continua cumprindo compromissos tendo nosso plano de governo como a ferramenta mais importante da gestão porque era nosso maior compromisso com a população. A transição vai acontecer de maneira natural. É claro que temos conversado com as pessoas, as lideranças. Temos na vice-prefeita a tranquilidade de saber que nosso projeto segue cumprindo nossos compromissos.

As forças políticas e movimentos partidários criaram um ambiente de descredibilidade. Mas a pessoa tende a olhar para em que ela está votando. Principalmente na função do executivo. É quem toma a decisão. Acredito que a tendência seja como em 2016: as pessoas votando mais na biografia. Naquilo que a pessoa tem a oferecer

J.T. Como irá lidar com a rejeição ao PT no país e Acre?

M.A. – A política como um todo está passando por um momento difícil. Temos os partidos todos sendo questionados. A política sendo questionada. Mas nós já vivemos isso em 2016, as pessoas estão olhando mais para em quem ela tá votando até mesmo do que o partido que ela pertence. Vejo que o movimento partidário hoje e as forças políticas nacionais e o ambiente político nacional é um ambiente onde a população está questionando atos e decisões, um certo grau de descredibilidade. Mas a pessoa tende a olhar para em que ela está votando. Principalmente na função do executivo. É a função onde a pessoa vai ser a gestora do estado, vai cuidar dos desafios, das finanças, da economia, da produção, do meio ambiente. É quem toma a decisão. Então eu acredito que a tendência seja mais voltado para o que foi em 2016. As pessoas votando mais na biografia do que a pessoa tem a oferecer e também em seus princípios, o que tem no coração.

Minha contribuição (à BR) foi uma contribuição de vida. Agora, é uma rodovia federal. Espero que o Governo federal através do DNIT faça a sua parte.  Torço pelo sucesso da manutenção porque o povo precisa da estrada.

J.T. – O sr. esteve muitos à frente da gestão do DERACRE, e foi um dos responsáveis pela BR 364. Como pretende responder caso busquem associar sua imagem aos recentes problemas pela qual passou a rodovia?

M.A. – Eu me lembro de 2007 quando o governador Binho me convidou que na primeira viagem a estrada parava em sena Madureira. Perto do Caetés já não tinha estrada. Estava fechada. Quando assumi o DERACRE a convite do governador Binho, a estrada estava fechada. Para chegar em Manoel Urbano era só de barco. Tinha que tentar enfrenar aquilo ou outros meios. Feijó e Tarauacá tinha a ligação entre os dois municípios, mas não tinha para Manoel Urbano. A ligação de Cruzeiro do Sul a Tarauacá também era praticamente impossível por conta dos trechos que faltavam. Foram seis anos de muito trabalho e de muita dedicação. Nós tínhamos balsa na ponte do Purus, do

BR hoje: após dois anos praticamente sem manutenção, DNIT inicia recuperação dos trechos. Falta de controle de carga ainda é uma ameça à rodovia.

Envira, do Tarauacá, do Juruá, e ainda uma situação precária no Jurupari e outras pontes. Todas elas foram construídas e estão aí. Hoje se for de Rio Branco para Cruzeiro do Sul pela variante não pega nenhuma balsa. Todas as pontes foram construídas. Inclusive a maior ponte que é a do Juruá foi construída nesse período que eu estava a frete do DERACE. Se hoje a gente tem dificuldade, se hoje a gente questiona a manutenção da estrada, o fato de as balanças não funcionarem e o peso estar liberado, porque aí você também tem esse problema, eu acho que dei minha contribuição na BR 364. No último verão à frente do DERACRE fui 44 vezes de carro para Cruzeiro do Sul. Praticamente morei na estrada nesses seis anos para poder construir essas pontes, emendar os trechos em um solo frágil, com toda dificuldade que tem com pedra vindo de Rondônia, aço vindo do sul, seixo trazendo da fronteira com a Colômbia, usando rios, e todo tipo de logística.

A contribuição foi de vida nesse período. Espero que o DNIT faça a parte dele. Torço para que a BR 364 esteja em boas condições porque o povo precisa dela, torço para que o governo federal faça a manutenção, porque é um rodovia federal, que faça a manutenção permanente. E se o debate vier estou pronto. As pessoas de Cruzeiro do Sul sabem o tamanho do nosso esforço. Feijó, Tarauacá. Manoel Urbano, do tamanho do nosso esforço para cuidar dessa estrada e não deixar ela fechar. Enquanto estive a frente do DERACRE, no tempo do Governador Tião Viana essa viagem era feita em até sete/oito horas de carro, até ser entregue ao DNIT. Espero que dê certo a manutenção, Torço pelo sucesso.

Vamos buscar solução para as obras da Arena, UPA e Indústria do Pescado, porque conseguimos resolver problemas bem maiores como o Hospital Regional do Juruá, que estava em ruínas, e o Parque da Maternidade. Obras que tinham inclusive processos. Não é o caso dessas obras     

J.T. – Em Cruzeiro do Sul há uma cobrança muito forte por obras inconclusas como a UPA, a Arena da Floresta e a Indústria de Processamento do Pescado. O que pretende fazer em relação a essas obras?

M.A. – Nós vamos começar justamente por aí. A gente tem uma sequência de trabalho onde não tem que ficar olhando para trás. Tem que olhar para frete. O desafio cada governador enfrentou ao seu tempo com muito esforço e dedicação. Governador Tião Viana enfrentou enormes desafios, crise política, crise econômica, alagações e nosso estado se mantém com contas em dias, as coisas funcionando.

Você citou a indústria de peixe na entrada de Cruzeiro do Sul, o estádio que ainda falta concluir uma parte entregue ainda pelo governador Binho e a UPA também. Nós vamos buscar a solução. Lembro uma vez que fui acompanhar a SEPLAN e o governador Jorge Viana lá no hospital de Cruzeiro do Sul que estava em ruínas no ano 2000. Parecia impossível aquela obra, porque eram muitos problemas, com processos e mesmo assim a gente conseguiu lá na Caixa Econômica aprovar os recursos para a continuidade e a obra foi concluída. Posso citar também o Parque da Maternidade, ou seja, problemas muito maiores. Não é o caso dessas obras. Então a população de Cruzeiro do Sul pode ter certeza que farei todo esforço para concluir e dar sequências às obras que são importantes para a cidade e também enfrentar os desafios que o povo de Cruzeiro do Sul entender quais são os desafios que cabem ao governo do estado.

Não vejo porque um governo federal de outro partido, se acontecer, vá negar ajuda a um estado que esteja com o dever de casa cumprido. Vamos fazer a nossa parte, organizar, apresentar boas propostas, bons projetos, cumprir nosso compromissos fiscais e buscar apoio do governo federal. Tenho certeza que vamos conseguir.

J.T. – Os governos da FPA contaram na maior parte do tempo, com o apoio do governo federal e em um momento de prosperidade econômica. Provavelmente terá de lidar com uma situação totalmente adversa, em um cenário de recessão econômica e ainda com a possibilidade de um partido adversário no governo federal

M.A. – Vivemos num país cujos estados são federados. Se o estado fizer seu dever de casa, manter contas em dias, manter-se adimplente com as prestações de conta, não tem porque o governo federal não ajudar. Vivemos em um estado federativo, onde cada parlamentar federal tem suas emendas impositivas. A bancada de senadores e deputados tem papel importante na busca de recursos. E o estado fazendo bons projetos e boas propostas tenho certeza que vamos sim conseguir apoio. Não vejo porque um governo federal de outro partido, se acontecer, porque não sabemos ainda, vá negar ajuda a um estado que esteja com o dever de casa cumprido. Nós vamos fazer a nossa parte, organizar, apresentar boas propostas, bons projetos, cumprir nosso compromissos fiscais e vamos buscar apoio do governo federal. Tenho certeza que vamos conseguir.

Nosso foco vai ser no desenvolvimento econômico e todos os setores do governo têm que ter esse mesmo espírito:  facilitar a vida para que o empresário possa desenvolver os seus negócios.

J.T. – Os governos da FPA tem oscilado entre dois modelos econômicos: o desenvolvimentismo e o sustentabilismo ou desenvolvimento sustentável. Que caráter econômico pretende imprimir em seu plano de governo.

Não me prendo a rótulos. Precisamos entender o momento que estamos vivendo. O mais importante agora é crescimento econômico. O foco será na economia. Esse será o foco da nossa gestão. Vou reunir com empresários, conversar com setores econômicos, setores produtivos, federações. Temos que buscar caminhos, juntos, governo e setor empresarial, para que a gente tenha geração de emprego nas nossas cidades. Oferta de trabalho para os nossos trabalhadores e um ambiente para que os negócios aconteçam. Que a gente possa ter grandes investimentos, que gerem emprego e trabalho. O papel do governo tem que ser o de facilitador disso. Seja de um licenciamento, de um projeto, de uma obra, de um plano de manejo, seja a área que for, na produção agropecuária, no agronegócio, no comercio, na indústria. Nosso foco vai ser no desenvolvimento econômico e todos os setores do governo que estiverem envolvidos nisso têm que ter esse mesmo espírito, de facilitar a vida para que o empresário possa desenvolver os seus negócios. E vamos buscar a vocação de cada região. Não temos que inventar. Temos que buscar qual a vocação da região, uma região como Cruzeiro do Sul tem sua vocação, suas potencialidades. Vamos valorizar isso e incentivar para que os negócios aconteçam e a geração de emprego também aconteça. Então nosso foco vai ser na economia. Claro que vamos continuar investindo da segurança pública, que é um tema que está na ordem do dia, continuar investindo cada vez mais na educação que dialoga com o presente e com o futuro dos nossos jovens, os serviços de saúde, todo funcionamento.

Acreditamos nas nossas polícias. Quanto mais condições dermos às nossas polícias, mais resultados teremos. 

J.T. – Um tema que foi colocado mais em evidência, talvez mais até do que todos gostaríamos, é a questão da segurança pública. Como pretende lidar com a crise na segurança pública?

M.A. – É preciso que se diga que nós acreditamos nas nossas policias. Na Policia Militar, na Civil. E quanto mais condições dermos às nossas polícias, mais resultados teremos. Participei de uma reunião em Rio Branco com vinte governadores. E ficou muito claro que o problema da segurança é um problema nacional que envolve questões de fronteira, atuação da PF, atuação das forças nacionais por conta da entrada de drogas. Acredito que a gente precisa regionalizar o trabalho, discutir as regiões com os batalhões, e dar cada vez mais condições de trabalho. O governador Tião Viana foi o governador que mais fez concursos e contratou policiais, bombeiros, Policiais Civis e Militares, e nós vamos continuar dando condições para que as policias façam sua parte.

Gosto de trabalhar. Perto de mim só vão ficar quem gosta de trabalhar.Os assessores tem que entender a missão.

 

O que faço em Rio Branco nos bairros eu espero poder fazer também nas cidades. É importante a presença.

 

J.T. – O sr. imprimiu um perfil muito pessoal como administrador em Rio Branco. De que modo pretende utilizar esse perfil caso venha a ser eleito governador do estado?

M.A. – Gosto de trabalhar. Gosto de acordar cedo porque o dia rende. Não tenho dia para trabalhar. Não importa se é sábado domingo ou feriado. Perto de mim só vão ficar quem gosta de trabalhar. Os assessores tem que entender a missão. É uma missão de dedicação total. Se o povo do Acre confiar seus destinos. Se tivermos essa oportunidade de ser governador, vou trabalhar muito para honrar esse compromisso, podendo estar presente no municípios.

Prefeito acredita que soluções muitas vezes vem de ouvir os moradores e espera implantar mesmo estilo no governo caso seja eleito

O que faço em Rio Branco nos bairros eu espero poder fazer também nas cidades. Porque é a sensação da presença. É importante a presença. É o governador estar ouvindo das pessoas, conversando com as pessoas, é o que eu faço todo dia aqui nos bairros, e como eu aprendo todo dia ouvindo os moradores. Digo sempre para nossa equipe. Tenha humildade, ouça o morador. Se você vai fazer um reparo numa rua de drenagem ou seja o que for, morador é que sabe as coisas que estão acontecendo porque é ali que ele mora.  A presença do governador, o diálogo com os prefeitos e moradores dos municípios, é o que eu espero fazer. Quero estar viajando sempre para os municípios, visitando, vistoriando obras e ações. A presença é importante porque traz esse sentimento de pertencimento, de que você tem diálogo direto. A gente vai organizar de maneira planejada essas ações. Vamos discutir também ações nos municípios. Pra mim não tem receita pronta, Não é porque deu certo em um município que vai dar certo em outro, cada município tem suas particularidades, então o diálogo é fundamental. A presença do governador é o que espero fazer que eu faço todo dia aqui.

 

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