Início / Versão completa
CONFIRA AQUI

Quem vai ser responsabilizado pelos danos causados com o apagão do Juruá?

Por Redação Juruá em Tempo. 06/01/2018 15:19 Atualizado em 06/01/2018 15:31
Publicidade

A situação da população do Vale do Juruá é dramática. Apenas quem aqui vive, e convive com tal situação, pode relatar e descrever a situação complicada que a população enfrente nos últimos dias. A ‘crise elétrica’ pegou vários empresários e moradores de surpresa, o que hoje, já acarreta um prejuízo quase incalculável. Nas redes sociais, ‘o muro das lamentações’ de muitos, a reclamação não para. Várias pessoas questionam a demora da empresa em tomar uma providência rápida e resolver tal situação.

Publicidade

Nas noites de escuridão, o que mais encontramos nas ruas de Cruzeiro do Sul, são pessoas sentadas á beira da estrada, em rodas de amigos, tentando fugir do calor intenso que encontram dentro de casa. Não apenas do calor, mais dos mosquitos e carapanãs, que atacam sem dó nos últimos dias.

A logística necessária para que o problema do fornecimento de energia seja urgentemente resolvido é complexa e cara. De acordo com a Guascor, de Cruzeiro do Sul, o problema só será resolvido, efetivamente, na semana que vem. Enquanto o problema não se resolve efetivamente, os ‘rodízios’ de energia continuaram em toda a cidade, embora a Guascor esteja com a capacidade de geração de energia elétrica em torno de 60%. A empresa informou ainda que os geradores devem chegar pela BR-364.

Pergunta?

A pergunta que não quer calar é: quem vai ser responsabilizado por isso? Comerciantes já começam a contabilizar prejuízos. E o cidadão com aquela velha mania de achar que os acidentes justificam qualquer descompromisso com o consumidor.

Publicidade

Dentre os prejuízos…

A sorveteria da família Oliveira, uma das maiores de Cruzeiro do Sul, está fechada desde o incêndio na Distribuidora de Energia Guascor, nesta quarta-feira (3). A produção de sorvete também está parada e a empresária Luciete Oliveira diz que o prejuízo já ultrapassa os R$ 10 mil.

Luciente conta que o local distribui sorvete em vários pontos da cidade e municípios vizinhos, além de comunidades rurais. Ela afirma que desde o incêndio, vários produtos já foram descartados e até doados.

“A gente ainda não tem nem noção de quanto prejuízo estamos tendo. Ainda não entramos em contato com todos os vendedores, mas é grande”, disse.

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.