O Partido dos Trabalhadores (PT) realizou ontem, no auditório da Uninorte, o Encontro de Tática Eleitoral da agremiação no Estado. A reunião tratou do planejamento político da sigla no Acre, além de debater as conjunturas organizacionais e estratégicas das campanhas majoritárias de Lula, Marcus Alexandre, Jorge Viana e Ney Amorim para o pleito de 2018. O evento contou com a participação de militantes, dirigentes municipais e estaduais, parlamentares e prefeitos.

Marcus Alexandre disse que o momento é de avaliação e reflexão. “Estamos entrando no ano eleitoral e cada partido vai fazer a sua parte, estamos fazendo a nossa. Convidamos os representantes de todos os municípios. Faremos uma avaliação da conjuntura nacional e também do Estado. Ouviremos cada um dos gestores municipais, o que cada um tem a contribuir e colocar em pauta os desafios que temos para esse ano. Escutarei atentamente todos para que possamos organizar o nosso planejamento nesse calendário eleitoral. Lógico, respeitando a Legislação”.
O deputado Ney Amorim (PT) presidente do Parlamento acreano, destacou o que será definido no encontro. “Essa reunião é essencial para os membros do partido. Estamos revendo todos os nossos amigos e amigas do interior, pessoas que se dedicam a esse projeto. Temos aqui os 22 municípios representados. Essa é uma avaliação sobre esse mandato, mas sobretudo para que possamos pensar, organizar e planejar o que faremos nas eleições deste ano. Queremos ouvir como está o sentimento de cada um. Acredito que estamos no caminho certo”.

O senador Jorge Viana falou sobre o atual momento político no Brasil. “Estamos vivendo um momento terrível no país. Acho que existe uma crise institucional gravíssima. Tem hora que parece que está todos contra todos. Vivemos alguns poucos anos atrás momentos de grande prosperidade e de união. Estou me referindo ao governo do presidente Lula, e no primeiro mandato da presidente Dilma. Depois, setores da elite brasileira resolveram jogar tudo no chão, por meio de um golpe político. Lula é o grande líder que o Brasil tem. Uma pessoa que quando esteve governando só fez o bem. A corrupção deve ser combatida por todos, porém, nem começou e nem terminou”, frisou o parlamentar. Com informações do Página 20.


