Criado pelo site brasileiro Reclame Aqui, o aplicativo Detector de Corrupção está dando o que falar pelos corredores da capital federal. O app é uma ferramenta gratuita que está disponível apenas para o sistema IOS (tecnologia da Apple). Nele é possível consultar se um político tem alguma ação judicial por corrupção ou improbidade administrativa no STF, STJ, TJs e TRFs.
A iniciativa do Instituto “Reclame Aqui”, em parceria com a agência Grey, desenvolveu o aplicativo em que o Usuário fotografa o rosto do político, em qualquer lugar, e através do recurso de tecnologia de reconhecimento facial, acessa um banco de dados, em que a ferramenta identifica e dispõem quais processos de corrupção ou improbidade administrativa o político em questão responde na Justiça. Seus desenvolvedores garantem 98% de precisão no reconhecimento facial.
As informações sobre processos partem da base de dados do Portal “Vigie Aqui” consolidando informações oficiais e públicas sobre o histórico judicial de políticos nas diversas instâncias, tribunais federais e estaduais, como STJ, STF, TJs, TRFs. Além de identificar políticos que já ocupam ou ocuparam cargos eletivos nos últimos 8 anos, o app também vai identificar os pré-candidatos aos cargos executivos nas Eleições 2018.
O aplicativo já está disponível para download na Google Play e Apple Store.
“Em tempos de fake news, só o acesso à informação de qualidade pode mudar o futuro do país. O brasileiro tem mais do que um aplicativo para descobrir os políticos corruptos, mas uma ferramenta de transformação em suas mãos”, reforçou o presidente do Instituto Reclame AQUI, Maurício Vargas.
Comparação dos Políticos Acreanos
Segundo os dados do aplicativo, entre os principais candidatos ao governo do estado, no perfil de Marcus Alexandre (PT) consta que ‘Não existem Processos de Corrupção ou Improbidade Administrativa contra este político’
Já no caso de Gladson Cameli (PP), o aplicativo cita dois inquéritos abertos, uma investigação no STF referente à Operação Lava Jato e outro por embriagues ao volante.
Fontes: Portal T5 ; Expresso Brasiliense; Contexto Livre

