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Gladson Cameli promete faculdade de medicina federal em CZS mesmo sabendo que promessa não pode ser cumprida

Por Redação Juruá em Tempo.10 de maio de 20185 Minutos de Leitura
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O ególatra do Glason Cameli, senador pelo PP do Acre e que sonha ser governador do estado a partir de 2019, também conhecido como “Gladson Promessa”, alusão ao “Zé Promessa”, como são conhecidos os políticos que se notabilizam por não sustentarem o que dizem e o que prometem, voltou a aprontar mais uma das suas. Depois de ter prometido em Mâncio Lima, no início do ano, pavimentar a estrada de acesso ao município com as máquinas e material da empresa do próprio pai caso não conseguisse liberar recursos para tanto, sem que até hoje por ali não tenha sido feito absolutamente nada e o senador tenha se calado em relação promessa, ele voltou a prometer deslavadamente hoje, às margens do Juruá.

Deu-se no bairro Miritizal, periferia de Cruzeiro do sul. Ao lado do ministro da educação, Rossieli Soares, que visita o Acre, e do deputado federal Alan Rick, Gladson Cameli foi mais uma vez Gladson Cameli. Ao querer estar à frente de Alan Rick, que vem granjeando popularidade por ter se declarado pai da criação e instalação de uma faculdade de medicina particular em Cruzeiro do Sul, Gladson Cameli anunciou que, levará para o Juruá uma faculdade de medicina federal – ou seja, a Ufac instalaria o curso de medicina em Cruzeiro do Sul.

Constrangimento

A declaração causou constrangimento, principalmente para o ministro, porque todos ali eram conhecedores de que o MEC (Ministério da Educação) acaba de suspender a criação de cursos de medicina no país por cinco anos. Portaria neste sentido foi assinada presidente Michel Temer e o ex-ministro da Educação, Mendonça Filho, antes da reforma ministerial, quando apresentam novas regras para a oferta de cursos de graduação em medicina à representantes de entidades ligadas ao setor. A medida vale para instituições públicas federais, estaduais e municipais e privadas. A ampliação de vagas em cursos de medicina já existentes em instituições federais também fica suspensa pelo mesmo período, estabelece a portaria.
A medida foi justificada pela necessidade de se fazer uma avaliação e adequação da formação médica no Brasil, face ao grande o número de cursos abertos no país nos últimos anos e agora é preciso zelar pela qualidade. “Teremos moratória de cinco anos para que possamos reavaliar todo o quadro de formação médica no Brasil. Isso se faz necessário até porque as metas traçadas com relação à ampliação de médicos no Brasil já foram atingidas. Mais que dobramos o número total de faculdades de formação de medicina nos últimos anos, o que significa dizer que há uma presença de formação médica em todas as regiões do Brasil”, afirmou o então ministro Mendonça Filho, para justificar a medida.

Decisão publicada no DOU

As portarias que tratam do assunto estão publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desde o último dia 6 de abril. Uma estabelece a suspensão da criação de novos cursos de medicina por cinco anos e a outra orienta os sistemas estaduais e municipais a cumprirem a norma. “Nos casos das estaduais, a regulação é feita pelos Conselhos Estaduais de Educação. Elas têm autonomia, de acordo com a Constituição Federal, assim como as municipais. Mas todas essas regras estão subordinadas ao comando-geral definido a partir de uma portaria adicional que foi assinada hoje por mim”, explicou.
Até o presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital, concordou com a medida. Disse que há um número excessivo de vagas abertas em cursos de medicina no país. “Essa portaria vem ao encontro da necessidade de controle da autorização de novas escolas. Temos algo em torno de 31 mil vagas de curso de medicina. Isso vai projetar o número de médicos per capta a uma demanda que não é compatível com países de primeiro mundo”, disse.
Questionado se suspender novos cursos não é uma atitude corporativista, Vital negou. “Isso é bem distante de um corporativismo. Essa é uma ação corporativa no sentido de preservar valores como vida, saúde e dignidade humana com uma prática médica qualificada”.

Entidades médicas apoiam

Para a Associação Médica Brasileira (AMB), a moratória pode ajudar a resolver os problemas envolvendo as escolas médicas. A entidade vem cobrando desde o ano passado medidas do governo, pois a maioria das novas escolas não tem conseguido garantir uma formação adequada aos estudantes de medicina, devido a problemas e deficiências que apresentam. A AMB também tem cobrado maior fiscalização nas escolas existentes e a realização de um exame nacional de proficiência em medicina para os estudantes e os egressos de todas as escolas.
Já a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) considera que a medida representa “um retrocesso que compromete o desenvolvimento do país e o atendimento à população naquilo que é um direito humano fundamental, o direito à saúde”. Para a ABMES, é contraditório que o governo, poucos meses após criar uma regra específica para o aumento de vagas, proíba a criação dessas mesmas vagas, inclusive em cursos com reconhecida qualidade, referindo-se ao Programa Mais Médicos.

Sinal na pele

Ou seja, é impossível que com tantas informações sobre o assunto da suspensão da criação de novos cursos de medicina, Gladson Cameli, na condião de senador da República, não tenha conhecimento sobre o assunto. Claro que tinha e tem. O fato de fazer promessas desavergonhadamente para a população do Juruá é porque pensa que o povo da região não vem acompanhando a evolução da comunicação, seja por redes sociais ou outros meios. Ou porque o hábito de fazer promessas, que sabendo que não poder cumpri, comece a fazer parte de sua vida como um sinal na pele.

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