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Home»Destaque

MARCIO BITTAR FUTEBOL CLUBE EM ANO DE COPA DO MUNDO

Por Redação Juruá em Tempo.10 de maio de 20183 Minutos de Leitura
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Por Cesário Campelo Braga

Conhecido em meio às rodas de oposição e situação como político Copa do Mundo – aquele que só aparece de quatro em quatro anos -, Márcio Bittar ressurge no Acre de 2018 – se não estranhamente, mas coincidentemente um ano eleitoral.

Fazendo o sacrifício de “abandonar” sua confortável casa em um condomínio de luxo na cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, Marcio tenta, talvez, sua última cartada na política acreana ao apresentando uma candidatura para o senado pelo MDB de Michel Temer, Sarney e toda aquela velharia da política que dispensa apresentações.

Essa pré-candidatura mostra bem o estilo de Bittar. Iniciada em um processo extremamente conturbado, por onde ela passa fica o rastro de que Marcio Bittar esteve ali. Como na tentativa de tomada do comando do PSDB das mãos do desafeto Major Rocha, quando Marcio, após perder a queda de braço, se filiou ao MDB de Michel Temer e saiu distribuindo áudios falando mal de todos os seus “amigos” de chapa. Anunciou caixa dois para todos os lados, vociferou impropérios e afirmou, inclusive, que Gladson não seria o melhor candidato ao governo. Na leitura de Bittar, a escolha de Gladson se dá apenas pela máxima do bom acreanês “se não tem tu, vai tu mermo”.

Mas Márcio já é um antigo conhecido da política acreana. Ele é aquele mesmo menino que tinha suas campanhas financiadas pelo irmão mais velho, Mauro Bittar, um dos principais operadores do mais famoso escândalo de corrupção do Acre: a conta Flávio Nogueira, que roubou milhões dos cofres do Acre e do bolso dos acreanos.

Bittar, que também já foi deputado federal, quando no exercício do mandato, ocupou as páginas jornalísticas do Brasil inteiro sendo denunciado pelo Ministério Público Federal por ligação com a empresa Marca-Texto Produções em um escândalo de venda de notas fiscais frias. Para se ter uma ideia, o Portal da Transparência da Câmara apontou que entre 2011 e março de 2013 a própria Câmara dos Deputados pagou R$325 mil ao parlamentar do Acre a título de reembolso por serviços supostamente prestados pela tal empresa.

Exemplo de menino travesso e político profissional, que em toda eleição tenta se dar bem, Marcio Bittar tentou até fazer o próprio filho vereador de Rio Branco em 2016. Porém, seguindo o enredo das últimas disputas, papai Bittar visitou Manacapuru com seu filho, que, ao menos, espera-se não transforme-se em um carreirista que torna e retorna oportunamente às manchetes e ao Acre a cada quatro anos como o pai.

Esse ano, Marcio Flávio Nogueira Marca-Texto Bittar posa de paladino da moral e dos bons costumes e ataca de forma direta o senador Jorge Viana em uma clara estratégia de tentar polarizar a eleição. Pensa ele que engana alguém com seu velho e cansado discurso vazio de ideias e cheio de ódio. Mas a decisão virá das urnas. E a única certeza que temos é a de que daqui mais quatro anos veremos de novo no Acre nosso amigo Copa do Mundo Marcio Bittar e sua velha ladainha. Até 2022, Bittar. Até à Copa da Fifa no Catar!

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