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Números da Associação Brasileira de Piscicultura mostram que produção de peixes no Estado cresceu 14 por cento nos últimos dois anos

Por Redação Juruá em Tempo.7 de maio de 20187 Minutos de Leitura
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O Acre alcançou posição de destaque na segunda edição do “Anuário do Peixe BR”, versão 2018, publicada pela Associação Brasileira de Piscicultura, a qual informa que a produção brasileira do setor, em 2017, foi de 691.700 toneladas, 8% superior aos números de 2016, que foram de 640.510 toneladas produzidas. O mesmo Anuário mostra que o Acre, nos dois últimos anos, apresentou crescimento da ordem de 14 por cento na produção de peixes. Em 2017, o Acre produziu 8 mil toneladas de peixe.

Os números foram confirmados pelo titular da Secretaria de Estado de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), João Thaumaturgo Neto, e pelo diretor da indústria Peixes da Amazônia, Inácio Moreira, ao revelarem que o crescimento reflete os investimentos no setor feitos pelo governador Tião Viana desde o início de seus primeiro mandato, em 2011. Parte desses investimentos foi feita em setores estratégicos da cadeia de produção, como a construção de tanques em todo o Estado e assistência técnica ofertada pelo governo, além do Complexo de Piscicultura, que é composto pelo Centro de Criação de Alevinos, Indústria de Processamento e Frigorífico e a Fábrica de Ração. Desde 2011, o governo do Acre investiu na construção de 5.355 tanques de criação de peixes. Além disso, foram construídos o Complexo de Piscicultura do Vale do Acre, a Unidade de Piscicultura do Vale do Juruá que possuí um núcleo de produção de alevinos e um frigorífico, “Os dois projetos somam investimentos de R$ 138 milhões”, conclui o gestor João Thaumaturgo Neto.

Capa do Anuário 2018 da Associação Brasilieira de Piscicultura

De acordo com a publicação da Peixe BR, o Acre produziu 8 mil toneladas de peixes cultivados em 2017 e que o Estado já dispõe de 2.162 piscicultores licenciados, segundo mostram também dados da Superintendência Federal da Agricultura e Pecuária no Acre (SFA). “A Peixes vende o alevino para os piscicultores. Esses piscicultores levam esses alevinos para seus tanques, atuam na engorda com ração produzida na Peixes e revendem esse peixe para a indústria e outros fornecedores. O que a indústria compra é processado no frigorífico e vendido para redes do mercado externo e interno”, explica Inácio Moreira, presidente da indústria. Por safra, na Peixes da Amazônia são produzidos em torno de 1,5 milhão de alevinos da espécie pintado, 300 mil de tambaqui e entre 150 e 300 mil de pirarucu.

João Thaumaturgo diz que o que está acontecendo no Acre em relação á produção de peixe reflete as decisões tomadas pelo governador Tião Viana antes mesmo de ser eleito

“Isso tudo está acontecendo em função de uma decisão pessoal do governador Tião Viana. É necessário que se registre que, em 2010, quando ainda era apenas candidato a governador, Tião Viana já buscava meio de, chegando ao governo, como chegou, implantar o que estamos vivenciando agora”, disse João Thaumaturgo.

Brasil já é o quarto maior produtor de Tilápia do mundo

Com formato inédito e 140 páginas de valiosas informações sobre a criação de peixes no País, uma das grandes novidades do Anuário de 2018 é a informação de que o Brasil já se encontra entre os quatro maiores produtores de tilápia do mundo, atrás apenas de China, Indonésia e Egito – informação que, inclusive, ilustra a capa do anuário.

Inácio Moreira, diretor da Peixes da Amazônia, tem ido ao exterior vender o pescado acreano

Apesar das adversidades climáticas, a região Sul voltou a liderar as estatísticas nacionais de produção, com 178,5 mil toneladas de peixes produzidas, impulsionada pelo Estado do Paraná, primeiro na história a ultrapassar a barreira das 100 mil toneladas/ano. O anuário apresenta uma seção denominada “Passos para o crescimento” – O que a atividade precisa para crescer. A partir de um levantamento inédito, a Peixe BR ouviu associados de todas as regiões brasileiras, os quais elencaram os principais problemas, dificuldades, gargalos e desafios da atividade. As demandas foram organizadas em temas, como: Sistemas de produção, nutrição, espécies, sanidade, novas tecnologias, genética, processamento do pescado, qualidade de água, mercado, além de demandas específicas para os órgãos de defesa sanitária, de licenciamento ambiental e para as agências de fomento, como CNPq e FINEP.

Mercado do peixe no Acre já movimenta a economia gerando emprego e renda

A Tilápia é a mais importante espécie de peixes cultivados do Brasil. Segundo levantamento inédito da Associação Brasileira da Piscicultura, a espécie representa 51,7% da Piscicultura nacional, com 357.639 toneladas em 2017.

A segunda posição não é de uma espécie em si, mas de uma categoria de peixes: os nativos. De acordo com a pesquisa da Peixe BR, liderados pelo Tambaqui os nativos representam 43,7% da produção brasileira: 302.235 toneladas.

Outras espécies, entre as quais destacam-se Carpas e Trutas, representam 4,6% da produção brasileira de peixes de cultivo em 2017, com 31.825 toneladas. A pesquisa da Peixe BR em todo o Brasil mostra, pela primeira vez, os números da Tilápia no país, comprovando sua viabilidade em termos produtivos e como negócio, já que a espécie está presente nos maiores e mais recentes empreendimentos, sobretudo na região Sul/Sudeste.

“A autorização para produção da Tilápia em estados com grande potencial de desenvolvimento da Piscicultura, como Tocantins e Mato Grosso, também mostra que a participação da espécie na Piscicultura brasileira deve crescer ainda mais no futuro”, disse Francisco Medeiros, presidente executivo da Peixe BR.

A produção brasileira de Tilápia foi de 357.639 toneladas em 2017, de acordo com levantamento da Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeE BR). Esse resultado coloca o Brasil entre os quatro maiores produtores do mundo, atrás de China, Indonésia e Egito.

O Paraná é o maior produtor de Tilápia do Brasil, com 105.392 toneladas. A espécie participa com 94% da produção total de peixes cultivados do estado. A Tilápia também está presente com força de São Paulo. Nada menos do que 95% da produção do estado – equivalentes a 66.101 t – são de Tilápia.

O terceiro maior produtor de Tilápia do Brasil é Santa Catarina, com 32.930 t (74% do total). Depois vêm Minas Gerais, com 27.579 t (95% do total), e Bahia, com 22.220 t (81% do total). Juntos, os cinco estados maiores produtores de Tilápia do Brasil representam 64,9% da produção nacional.

Rondônia lidera produção de peixes nativos

Rondônia e Amazonas (região Norte), Mato Grosso e Goiás (região Centro-Oeste) e Maranhão (região Nordeste) são os maiores produtores de peixes nativos do Brasil. A pesquisa da Associação Brasileira da Piscicultura (Peixe BR) não detalha, em percentual, as espécies nativas mais produzidas, porém a liderança é do Tambaqui, Pirapitinga, Pacu e seus híbridos, principalmente Tambatinga.

Rondônia lidera o ranking, com 100% de sua produção (77 mil t, em 2017) de espécies nativas. Mato Grosso aparece em segundo lugar, com 60.134 t (97% do total). Na sequência, vêm Amazonas, com 100% da produção de peixes nativos (28 mil t), Maranhão, com 90% das 26.500 t, e Pará, com 97,2% da produção total de 20 mil t.

Os cinco estados, juntos, representam 69% da produção total de peixes nativos, lembrando que estas espécies estão mais disseminadas pelo Brasil – especialmente pelas regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste. De acordo com o levantamento da Peixe BR, somente no Distrito Federal não há cultivo de peixe nativo.

 

 

Por Tião Maia

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