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Polícia prende homem acusado de matar acreana em Juiz de Fora

Por Redação Juruá em Tempo.9 de junho de 20185 Minutos de Leitura
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Acusado é o marido de Marina. Ele está sendo processado por crime de feminicídio. Corpo foi reconhecido por familiares
A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) prendeu um homem, de 38 anos, suspeito do feminicídio da esposa de 36 anos em Juiz de Fora. A vítima é a acreana Marina Goncalves Cunha. A prisão foi possível após a identificação da vítima por familiares nesta quinta-feira (7).

O corpo estava no Instituto Médico Legal (IML) desde o dia 31 de maio quando foi encontrado na avenida Prefeito Mello Reis, no Bairro Aeroporto. De acordo com a PM, o corpo tinha sinais de violência no pescoço, rosto queimado e estava nua. Perto foi encontrada uma garrafa com um líquido não identificado.

Marina era psicóloga, filha de Marlene Gonçalves e Marino Cunha, ex-proprietário do posto São Cristóvão, no cruzamento da avenida Ceará com a Floriano Peixoto, em Rio Branco/AC, é neta de Joaquim Gonçalves, ex-subprefeito da antiga Vila Paraguassu, hoje município de Assis Brasil.

Registrado inicialmente como homicídio, o caso foi qualificado como feminicídio e encaminhado para investigação na Deam nesta semana. A delegada Ione Barbosa contou que o homem confessou o crime, alegando que se defendeu durante uma briga. Ele teve a prisão preventiva decretada e foi apresentado na manhã desta sexta-feira (8).

“Nós chegamos à conclusão de que o marido teria enforcado a mulher após um desentendimento e usado um carrinho para tirar o corpo do local do crime e deixar no endereço onde ela foi encontrada”, explicou a delegada.

Ele foi encaminhado para o Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp). As investigações continuam e a delegada tem dez dias para fechar o inquérito.

Corpo transportado em carrinho de supermercado

Em depoimento, o homem contou à delegada que o crime ocorreu na noite de 21 de maio, na casa onde ele morava com a esposa e os três filhos no Bairro São Mateus. Ele foi buscá-la no aeroporto Regional da Zona da Mata, onde ela desembarcou de uma viagem a São Paulo. Eles discutiram no carro durante o trajeto, ele ficou na região central e ela foi para casa.

“Ele contou que já estavam se desentendendo na relação e que naquela noite decidiram que ele sairia de casa. Segundo ele, ela foi para a cozinha e ele a ouviu mexer na gaveta de facas. Ela voltou com uma faca e teria tentado agredi-lo. Ele diz que se defendeu, que os dois caíram no chão e que ela soltou a faca e ele começou a enforcá-la, até se dar conta de que ela não respirava mais”, contou a delegada.

Ainda na versão que ele apresentou em depoimento, o homem explicou que usou um carrinho de supermercado para disfarçar e retirar o corpo de casa.

“Ele disse que não sabia o que fazer, que então enrolou o corpo em um edredon, colocou em um carrinho de supermercado, pôs sacolas em cima para disfarçar e levou até a garagem, onde colocou o corpo no porta-malas. Deixou o prédio e até cogitou deixar o corpo em outra cidade, mas se lembrou de que os filhos estavam dormindo em casa. Então passou perto do Parque da Lajinha, onde parou, tirou e arrastou o corpo até o local onde foi encontrado dez dias depois. E deu o edredon para um morador em situação de rua que passava no local”, contou Ione Barbosa.

Para justificar o desaparecimento, o homem disse à delegada que alegou para parentes que tinha sido abandonado pela esposa.

“No dia seguinte, ele falou para a família dela que a esposa saiu de casa após um desentendimento e abandonou a ele e os filhos. Os parentes tentaram localizá-la e não conseguiram”, afirmou Ione Barbosa.

O corpo ficou dez dias no local até ser encontrado por um pedestre, que comunicou à Policia Militar (PM) no dia 31 de maio. O caso foi registrado inicialmente como homicídio. O G1 noticiou na segunda-feira (4) que ainda não havia sido identificado e na quarta-feira (6) que o caso foi encaminhado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher.

O caso foi esclarecido a partir da identificação nesta quinta-feira (7) quando os parentes reconheceram o corpo que estava no IML há uma semana. “A família entrou em contato com o IML perguntando se havia um corpo no local com as características da vítima. Através da arcada dentária, os médicos legistas constaram que era a mesma pessoa. A família reconheceu e foi feita a declaração de óbito”, explicou em entrevista ao MGTV.

A partir da identificação, o marido foi conduzido para depoimento. Foi quando o homem confessou o crime e alegou que foi durante a tentativa de se defender da agressão dela. Durante a madrugada desta sexta-feira (8), a delegada foi ao plantão do Fórum e solicitou a prisão preventiva dele, que foi concedida pela Justiça.

A delegada explicou que tem dez dias para concluir o inquérito e a versão apresentada pelo homem será verificado.

“Vamos ouvir os familiares e aguardamos o laudo. Temos as imagens do circuito interno do prédio que mostram o homem passando com o carrinho de supermercado, o que confere com a versão que ele deu. Queremos entender os motivos do crime e apurar o que houve para causar as circunstâncias em que o corpo foi encontrado”, explicou Ione Barbosa.

Segundo a delegada, os três filhos do casal estão sob os cuidados da família da mãe.

G1 Zona da Mata

Por:
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