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Presos com cocaína no RN eram “estudantes” da EJA no Acre e membros do CV

Por Redação Juruá em Tempo. 03/07/2018 10:17 Atualizado em 04/07/2018 08:56
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Os dois líderes da quadrilha presa na sexta-feira, em Natal no Rio Grande do Norte por um poderoso esquema de tráfico de entorpecentes e mais um dos detidos na maior apreensão de cocaína da história daquele estado são acreanos, moradores do Bairro São Francisco, em Rio Branco e são matriculados regularmente como alunos da EJA – Educação de Jovens e Adultos no estado. Todos são apontados como integrantes do Comando Vermelho encarregados de fazer o contato com traficantes de todo o país. Os acreanos estavam hospedados em um hotel na praia de Ponta Negra e se preparando para enviar pelo menos 227 quilos de cocaína para Natal, em um caminhão e um carro adaptados para esconder a droga.

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As ações foram originadas do desdobramento de uma prisão realizada no começo de junho, pelo Batalhão de Operações Especiais (BOPE) da PM/RN, quando um mossoroense, foragido do Sistema Prisional do Acre, foi preso juntamente com outras 9 pessoas. A partir daí as polícias Militar e Federal do Rio Grande do Norte começaram a monitorar os contatos dos presos e chegou-se a esta apreensão.

O caminhão adaptado foi encontrado no dia 29 na Estrada de Monte Alegre, já adentrando em um sítio, parado pelos agentes e escoltado à sede da PF onde foi, encontrado em um compartimento falso localizado na boleia, 277 quilos de cocaína.

Os presos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico, sendo que um deles, o responsável por levar a carreta para o Sítio, estava utilizando uma tornozeleira eletrônica, ou seja, cumpria pena em regime de prisão domiciliar. Já um dos donos da carga fazia uso de documentos falsos. O BOPE/RN e a Delegacia de Repressão a Drogas da PF no Acre auxiliaram nas prisões e nas informações sobre os detidos.

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Esta foi a maior quantidade de cocaína já apreendida pela Polícia Federal no Rio Grande do Norte em toda a sua história. O recorde anterior havia sido registrado em março de 2016 quando também quatro homens foram presos com 206 quilos da droga que vinha do Maranhão.

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