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Comportamento de Gladson revela desconhecimento e falta de compromisso com a Segurança Publica

Por Redação Juruá em Tempo.18 de julho de 20183 Minutos de Leitura
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O que mais vem chamando a atenção da população é a omissão do senador Gladson Cameli, pré-candidato a governador, no que tange ao tema Segurança Pública, sobre o qual não fala e nem age. Durante os 8 anos como deputado federal e 3 anos e 6 meses como Senador, jamais foi autor de emendas destinadas a segurança pública. Mas vem, por meio de seus assessores, tentar tirar proveito pessoal de ações do Governo Estadual, como é o caso da Operação Ilha Grande.

O senador, que por causa disso costuma ser chamado pelo apelido do boneco de madeira criado pelo personagem Gepeto, da literatura infantil, quis passar a ideia de que o que vem acontecendo no Juruá se deve à sua influência junto ao governo federal e ao presidente Temer. Mais uma comprovada mentira do Pinóquio acreano.

O deputado federal Major Rocha, seu provável companheiro de chapa, que tanto fala sobre o tema, é por certo uma das pessoas menos autorizadas a tratar dele. Durante seu tempo de caserna assistiu, inerte, seu irmão Jimmy ingressar e ganhar fama no mundo do crime. Já como deputado federal, abrigou em sua assessoria parlamentar funcionários do tráfico, posteriormente presos em operação da policia Estadual.

Sobre a visita ao Ministério da Segurança, o próprio ministro veio a público dizer que o pedido de intervenção dos senadores e deputados de oposição não poderia ser atendido por inconstitucional. Ou seja, uma intervenção federal num estado é um procedimento regulado pelos artigos 34 e 36 do capítulo VI da Constituição. Em condições normais, o governo federal não pode intervir nos estados, mas o artigo 34 traz situações em que isso pode ocorrer, como manter a integridade do território brasileiro, reorganizar as finanças de uma unidade da federação ou repelir uma intervenção estrangeira, lembrou Jugmann.

Não era o caso apontado pelos parlamentares. Caso quisessem mesmo uma intervenção, teriam que acionar o Poder Legislativo, a Procuradoria da República, o Conselho de Estado e outras instituições da República para ver se a intervenção sairia ou não. O que fizeram então foi uma palhaçada em busca de votos.

Enquanto os parlamentares de oposição assumem o comportamento de abutres e outras aves de mau agouro, em busca de cadáveres e de mais sangue com os quais querem pavimentar a cainhada rumo ao poder e a renovação de seus mandatos, o governador Tião Viana age de forma a garantir as operações que agora começam a render frutos no Juruá e que, se houvesse mais recursos financeiros, o que poderia ser garantido com a ajuda desses parlamentares, através de emendas de bancadas no valor de 36 milhões que não foram liberadas até o momento, ou também poderiam interceder junto à seu “Malvado Favorito” (Temer), uma contribuição eficaz para ajudar nesse combate.
Bastava que eles quisessem… mas não querem.

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