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Petecão faz discurso demagógico no Senado sobre violência no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.11 de julho de 2018Updated:18 de julho de 20185 Minutos de Leitura
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Fotografia mostra que, não faz muito tempo, em companhia de um assessor, ele fazia era palhaçadas com o tema

O terror causado por uma onda e assassinatos, reflexo de uma guerra sangrenta entre integrantes de facções criminosas em atuação no Acre e que vêm fazendo uma série de vítimas em todo o Estado, tanto na capital como no interior, foi utilizado, numa das últimas sessões do Senado, de forma demagógica pelo senador Sérgio Petecão (PSD-AC). O mesmo senador que já apareceu em redes sociais empunhando um simulacro de arma de grosso calibre e um capacete usado em combate de guerra, sempre ao lado de seu fiel escudeiro, o anão conhecido como “Montana”, numa cena de palhaçada enquanto o Acre se condoia com as mortes de jovens, subiu a tribuna do Senado para fazer um discurso no qual, como bom ator, fingiu desespero e até forçou chorar – mas as lágrimas não vieram, já que ele não é tão bom ator assim – para pedir intervenção federal no Estado. Quem de fato abjura a violência, não brinca com o tema nem tampouco reproduziria aquelas imagens dignas de humoristas de gosto duvidoso.

Embora não tenha dedicado, ao longo de sete anos e meio de mandato de senador e um de deputado federal, sequer um real para serem investidos na área de segurança pública no Estado, Petecão, no discurso em que se dizia desesperado e tentando chorar na tribuna, cobrou do governador Tião Viana o cessar para as matanças que vêm ocorrendo no Acre. Segundo ele, a Tião Viana falta humildade para pedir a intervenção no caso do governo do presidente Michel Temer e ações do ministro de Segurança Pública, Raul Jugman.

O senador fez o discurso sem mencionar que, em 2017, o governador Tião Viana foi protagonista de um encontro de governadores, ministros de Estado e autoridades da área de segurança pública no Acre, para o qual o presidente Temer foi convidado e só não veio porque estava doente, convalescendo de problemas na próstata e na bexiga. Tião Viana aproveitou para liderar a assinatura de uma carta do Acre por cujo documento as autoridades se comprometiam atuar conjuntamente no combate ao crime organizado e que permitiram que algumas ações fossem implementadas, as quais não foram suficientes para conter a violência no Acre, já que falta policiamento – atribuição do governo federal, através da Polícia Federal e do Exército – nas fronteiras acreanas com a Bolívia e o Peru, corredores livres pelos quais a facções criminosas se abastecem de drogas e armas de grosso calibre. Nas últimas duas semanas foram registrados no Acre 20 assassinatos e várias tentativas de homicídio.

A demagogia de Petecão, às vésperas de uma eleição na qual ele é candidato a tentar renovar o mandato, recebeu um duro ataque do senador Jorge Viana, irmão de Tião Viana e que estava presente à sessão em que o senador do PSD era o orador. Viana pediu a Petecão que fosse mais justo com o governador do Acre e completou que o governador promoveu uma reunião no Acre para debater segurança e convidou o “presidente golpista”, que não compareceu. Viana também lembrou que Petecão, ao longo de seu mandato, fez pouco caso do tema de segurança pública e só veio falar sobre o assunto agora, às vésperas da campanha em que é candidato à reeleição.

“Vossa excelência não podia ser um pouco justo com o governador Tião Viana. Você não acha que é humildade um governador marcar uma reunião com um presidente golpista e convidar para ele ir lá no Acre pra ajudar a resolver?”, indagou.

Jorge Viana também retrucou as insinuações de Petecão de que o Estado seria omisso em relação à violência porque ele e seu irmão teriam segurança particular. “Eu ando por todo o Acre e não tenho segurança porque lá sou respeitado, por onde passo”, disse Jorge Viana, lembrando que, ao assumir o governo do Acre, em 1999, o número de pessoas assassinadas chegava a ser superiores a mais de uma pessoa por dia, por ação do crime organizado. Na época, nas segundas-feiras, era de contagem de mortos, quase sempre pessoas mutiladas, sem braços, pernas, cabeça… “Enquanto em nosso Governo, com ajuda de outras instituições, lutamos para conter o crime organizado e botar os assassino na cadeia, o que nos devolveu a paz por muitos anos, não vimos nenhuma ação do político Petecão em apoio a essas ações”, questionou Viana.

No debate entre os dois senadores, pela imagem reproduzida aqui, creio ser fácil estabelecer quem está com a razão: enquanto Jorge e Tião Viana lutam, da forma que podem, para combater a ação criminosa, o senador Petecão e seu fiel escudeiro, bem ao estilo de ambos, zombeteiros, vulgares e moleques, brincam com a dor de famílias inteiras que estão perdendo seus parentes, filhos, pais, irmãos…, para o crime organizado.

O senado Petecão, cujo pai morreu fuzilado por um assassino quando ele ainda era uma criança, deveria, já que é impotente enquanto parlamentar, pelo menos respeitar a dor alheia. Ele já sentiu na pele os reflexos da violência, mas, ao que tudo indica, nem isso o sensibiliza de fato.

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