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Buracos dificultam acesso à rampa de porto em Cruzeiro do Sul e motoristas reclamam

Por Redação Juruá em Tempo. 22/08/2018 12:15
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Há mais de dois anos, os condutores de caminhões que transportam cargas para embarque e desembarque no Porto de Cruzeiro do Sul, segunda maior cidade do Acre, enfrentam dificuldades para chegar na rampa de acesso às embarcações.

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Os buracos na Rua Pará aumentam a cada dia e os motoristas afirmam que, em dias de chuva, é praticamente impossível trafegar pelo local.

Devido o tráfego de veículos pesados que transportam cargas das balsas que trazem mercadorias de Manaus(AM) e Porto Velho(RO), e da base de uma distribuidora de combustível, em um trecho de aproximadamente 1 quilômetro, o asfalto foi danificado.

Em algumas partes da via, já não existe mais a camada asfáltica, e, em dia de chuvas, se formam atoleiros.

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Os motoristas relatam que muitas vezes alguns carros precisam ser arrastados para passar no local e a preocupação é com período invernoso não região que já dá indícios de começar.

“É complicado, principalmente para subir as ladeiras com o caminhão. Hoje pela manhã estava subindo caminhão puxado aí. Agora já tentei subir duas vezes e o caminhão patina. E com as chuvas, está ficando cada vez mais difícil a situação”, reclama o caminhoneiro Antônio da Silva.

Além do acesso ao porto e à base da distribuidora de combustível, a Rua Pará também é local de passagem de moradores do bairro do Remanso. O presidente do bairro, José Maria Taveira, pede agilidade da prefeitura para resolver o problema.

“Tenho conversado com o prefeito e ele, inclusive, já vem resolvendo muitos problemas estruturais em nosso bairro, mas, nesse caso que vem se agravando por motivo das chuvas, é preciso que seja feito um trabalho com mais agilidade para não complicar mais ainda”, alerta Taveira.

O secretário de obras do município, Ilson Lourenço, garante que a prefeitura tem projeto para recuperar a rua.

“A rua do porto consta na nossa programação e a intenção é que, ainda neste verão, a gente tenha aquele bairro todo recuperado. Agora, nós temos uma lista de prioridades, só não posso precisar quando porque o que está acontecendo é que a gente não sabe se está no inverno ou verão. Começa um trabalho daí dá uma paradinha”, justifica Lourenço. Com informações do Portal G1.

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