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Exército brasileiro reprime crimes na fronteira amazônica com operações

Por Redação Juruá em Tempo.27 de agosto de 2018Updated:27 de agosto de 20183 Minutos de Leitura
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O Exército Brasileiro está realizando diversas ações de combate aos crimes ambientais. As operações ocorrem no Amazonas, Roraima, Acre e Rondônia, estados que pertencem ao Comando Militar da Amazônia (CMA). Neste ano, até o momento, foram apreendidos 28.798 metros cúbicos de madeira em áreas de fronteira. Noventa dragas, motores, bombas, compressores e motosserras foram retiradas das mãos dos garimpeiros e madeireiros ilegais e destruídas.

Uma operação contra garimpeiros está acontecendo nas terras dos índios Yanomami, em Roraima. Mas, também no Alto Solimões, no Amazonas, há tropas monitorando as ações de garimpeiros, que atuam nos rios locais com dragas clandestinas.

Além do combate aos crimes ambientais, o Exército patrulha e apreende embarcações e drogas usadas e transportadas pelos carteis do narcotráfico peruano e colombiano, que dominam as florestas e rios do outro lado da fronteira brasileira. Os narcotraficantes têm usado o território brasileiro para escoar as drogas para os Estados Unidos da América (EUA), Europa e África.

Tráfico Internacional

Somente neste ano, até agosto, foram apreendidos 7.9 toneladas de drogas. No ano passado houve a apreensão de 1.9 tonelada de entorpecentes, o que evidencia o aumento do combate aos narcotraficantes. No mesmo período, foram apreendidos 93.005 litros de combustíveis em 2018, contra 77.313 do ano passado.

Ainda neste ano, os militares também recolheram 133 armas de fogo, dentre elas fuzis de uso restrito das Forças Armadas, contra 51 armas em 2017, o que mostra também  o aumento do contrabando de armamentos na região.

Com ações de inteligência, em parceria com a Polícia Federal e Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o Exército tem conseguido rastrear as atividades dos criminosos transnacionais na faixa de fronteira, até 150 quilômetros. “Nossas operações são precedidas de planejamento e atuamos com inteligência, para surpreender os criminosos. Nossos resultados positivos são frutos do respeito a cadeia de comando e pelo preparo da tropa”, disse o chefe do Centro de Coordenação de Operações do Comando Militar da Amazônia (CMA), general de brigada Algacir Antônio Polsin.

Com 24 pelotões ao longo da fronteira com a Venezuela, Colômbia, Peru e Bolívia, o Exército adota a estratégia de mobilização permanente pelos rios e por dentro da floresta, com o objetivo de destruir as bases dos narcotraficantes, garimpeiros ilegais e madeireiros clandestinos.

Operações estratégicas na região

Helicópteros do 4º Batalhão de Aviação Aérea do Exército (4BAVEX), que decolam de Manaus, têm transportado as tropas para as áreas mais distantes da Amazônia Ocidental surpreendendo os criminosos, que ficam sem força de reação. Esse tipo de estratégia, que substituiu as grandes operações que eram realizadas no passado, tem se mostrado a mais eficiente.

Os militares também estão atentos as ações clandestinas praticadas contra a fauna.

Em 2018, até 20 de agosto, as patrulhas apreenderam 6.378 quilos de carne de caça e pesca, contra 4.840 de 2017. Isso destaca que os pelotões de fronteira e as brigadas em geral estão mais atuantes no patrulhamento dos rios e da floresta. A Crítica

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