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Indigenista conhecido no mundo inteiro alerta tribos do Acre: Gladson e Marcio Bittar só querem o voto e a terras dos índios

Por Redação Juruá em Tempo.22 de agosto de 20184 Minutos de Leitura
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O artigo “Não gastem urucum pintando o rosto dos inimigos” viralizou na internet. Escrito pelo indigenista aposentado José Carlos Meireles, o texto é um alerta para as comunidades indígenas do Acre que tem recebido em suas terras políticos como o senador Gladson Cameli e  o ex-deputado Marcio Bittar, atuais candidatos ao governo do Acre e a senador da Repúbllica, respectivamente. Ambos estiveram percorrendo algumas comunidades indígenas, onde foram recebidos por caciques que os pintaram com urucum –e se portaram como defensores da causa desses povos, algo que, segundo Meireles, não é verdade: “Pois bem, ´aí vem´, como se diz na mata, o senhor Gladson que é de um partido anti-indígena confesso e o senhor Márcio Bittar que vivia falando que é muita terra pra pouco índio, amigo dos ruralistas, pousarem para fotos nas redes sociais pintados de urucum. É no mínimo muita cara de pau e um insulto à inteligência dos índios do Acre”.

Meireles, um dos mais renomados indigenistas do Brasil e reconhecido mundialmente pelo trabalho realizado de defesa das tribos amazônicas, se sente seriamente preocupado com a situação, já que, lembrou ele,   “nestes 20 anos, nos governos do Jorge, Binho e Tião os índios do Acre sempre tiveram um canal aberto com a assessoria e diretamente com o governador”. Gladson e Bittar sempre estiveram do lado contrário à luta dos índios. “Fiquem espertos parentes. Estes dois só querem duas coisas: seu voto e suas terras”, alerta José Meireles.

Leia o artigo na íntegra:

 

 

 

 

 

 

 

Não gastem urucum pintando o rosto dos inimigos

Por José Carlos Meirelles

 

Estava eu quietinho no meu canto quando vejo nas redes sociais os senhores Gadson Cameli e Márcio Bittar pintados de urucum. Confesso que levei inicialmente um susto e depois me vi quase com raiva.

Vamos lá:

Com o primeiro governo do Jorge Viana foi criada a Secretaria dos Povos Indígenas do Governo do Acre e se iniciou um processo de diálogo e de apoio aos povos indígenas do Acre. Depois a Secretaria virou Assessoria, ligada ao gabinete do Governador e ainda lá permanece. Nestes 20 anos, nos Governos do Jorge, Binho e Tião os índios do Acre sempre tiveram um canal aberto com a Assessoria e diretamente com o Governador.

Vários projetos foram executados pelo governo do Acre com uma quantidade de recursos fartos para as terras indígenas. Isso é inegável. Não estou aqui a dizer que foi o melhor dos mundos. Mas foi uma aliança criada no diálogo, na discussão, na medida do possível e com boa vontade. Tanto do Governo quanto dos índios.

No Acre, comparando com outros estados do Brasil, é bem mais fácil ser índio. Até ser índio isolado. Lembro-me bem da visita do Jorge Viana à Frente de Proteção Etnoambiental Envira acompanhado do Edgard de Deus, Antônio Pereira Neto ( então administrador da FUNAI), Ana Lange e outros. Lá permaneceu por três dias. De sua visita conseguimos que o Governo do Acre financiasse o pagamento dos trabalhadores da Frente por dois anos, como exemplo. Em que estado mais isto seria possível?

Em que outro estado o Governador Tião e a primeira Dama participam e apoiam festivais indígenas e projetos econômicos em terras indígenas?

Pois bem,” aí é vem”, como se diz na mata, o senhor Gladson que é de um partido anti-indígena confesso e o senhor Márcio Bittar que vivia falando que é muita terra pra pouco índio, amigo dos ruralistas, pousarem para fotos nas redes sociais pintados de urucum. É no mínimo muita cara de pau e um insulto à inteligência dos índios do Acre.

Fiquem espertos parentes. Estes dois só querem duas coisas:

-Seu voto e suas terras!

Não gastem sua arte e seu uru

Por:
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