Em pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 22, o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) apresenta uma aprovação do governo de Tião Viana em 58%. Os números refletem o trabalho realizado pelo governo do Estado em manter o Acre em um caminho de desenvolvimento, garantindo inclusão social e geração de renda.
Mesmo em um período de grande crise nacional, que chega no estado, a população reconhece o trabalho de Tião Viana. Segundo o Ibope, 23% avaliam de ótimo ou bom e 35% regular, fazendo assim uma aprovação em 58%.
Neste oito anos de gestão do médico Tião Viana, a agricultura familiar, agroindústrias, saúde e segurança foram áreas de muito investimento e de importante trabalho de gestão.
Com investimentos de mais de R$ 500 milhões no setor agrícola, o governo organizou as cadeias produtivas essenciais, diversificando a base econômica. Castanha, borracha, suinocultura, piscicultura, manejo madeireiro, pecuária de baixo impacto, mandiocultura e fruticultura foram as cadeias que alavancaram o setor rural. Isto ocorreu ao mesmo passo que o Estado manteve a conservação das áreas de floresta.
No último ano, o Acre ficou entre os nove estados do Brasil com superávit. Superando outras economias maiores, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional, o estado teve no último ano o superávit de R$ 41 milhões de reais.
Na questão econômica os resultados também são positivos. Nos últimos 13 anos, o estado se estabeleceu como o 4º com maior crescimento acumulado do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, em 2014, antes do aumento da crise nacional, tinha também o 4º maior aceleração do PIB, com 4,4%. Em números, o Acre passou de um PIB de R$ 2,971 bilhões em 2002 para R$ 13,459 bilhões em 2014.
Com este controle na gestão pública, foi possível ter reajustes salariais. Em 2017, o governador Tião Viana concede aumento para diversas categorias, com isso, mais de 24 mil servidores públicos estaduais foram beneficiados. Não custa lembrar que enquanto vários estados do país estão com salários atrasados e alguns nem pagaram o 13º.
Vale lembrar ainda que nos últimos oito anos, a participação do governo Federal no orçamento do Acre caiu 17,2%. Foram mais de 1 bilhão de repasse do governo federal que deixaram de ser enviados para o Estado.

