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Advogada negra é algemada ao pedir para rever processo em fórum de Caxias

Por Redação Juruá em Tempo.11 de setembro de 20182 Minutos de Leitura
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Uma advogada negra foi algemada e presa após insistir em ter acesso à contestação de um processo de um cliente no Juizado Especial de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O caso aconteceu na manhã desta segunda-feira e a determinação da prisão foi dada por uma juíza leiga.

Nos vídeos que circularam nas redes sociais, é possível ver a advogada sentada à mesa de audiências pedindo a a presença de delegado da Ordem de Advogados do Brasil (OAB) e questionada pela juíza leiga, que solicita à defensora que aguarde ao lado de fora da sala de audiência. A advogada nega o pedido e insiste em permanecer sentada até que algum representante da OAB/RJ esteja presente, e a juíza então informa que notificará a polícia para a sua retirada.

“Estou indignada de vocês, como representantes do Estado, atropelarem a lei. Tenho o direito de ler a contestação e impugnar os pontos da contestação do réu. Isso está na lei! Não estou falando nada absurdo”, diz a bacharel.

Em outro momento, a advogada fala sobre a forma em que está sendo tratada. “Não vou sair. Estou no meu direito. Estou trabalhando, não estou roubando. Eles estão preocupados com audiência e querem atropelar a lei… Que isso? Que país é esse? E depois vocês querem reclamar de políticos que roubam se vocês que são advogados não estão respeitando a lei”, fala.

Por fim, a advogada aparece algemada, sentada no chão da sala de audiências, próxima à porta, cercada por policiais militares, afirmando diversas vezes que só quer exercer “o direito de trabalhar”.

A bacharel foi levada para a 59ª DP (Caxias) e liberada após intervenção da OAB-Rio. A instituição repudiou o caso. “Uma advogada da subseção de Duque de Caxias foi algemada em pleno exercício profissional! Nada justifica o tratamento dado à colega, que denota somente a crescente criminalização de nossa classe. Iremos atrás de todos os que perpetraram esse flagrante abuso de autoridade. Juntos somos fortes”, afirmou o presidente da comissão, Luciano Bandeira.

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