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Brasileiras sentem mais prazer se masturbando do que com sexo

Por Redação Juruá em Tempo.17 de setembro de 20183 Minutos de Leitura
A beautiful woman sits alone with her thoughts, with her jeans down around her ankles.
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Uma pesquisa lançada na última semana pelo site Prazerela revelou que apenas 17% das mulheres brasileiras conseguem gozar durante a penetração. A grande fonte de prazer, segundo 60% das entrevistadas, está na estimulação externa do genital, ou seja, na masturbação.

Os dados mostram ainda que 74% das mulheres disseram ter orgasmos sempre que se masturbam, enquanto apenas 36% têm orgasmos frequentes nas relações sexuais. Além disso, quando se masturbam, 70% das mulheres gostam de tocar diretamente no clitóris, sendo que 67% usam apenas as mãos e 21% se estimulam com algum vibrador.

Quando perguntadas sobre a forma que elas têm mais prazer, 27% apontaram ser quando o parceiro faz sexo oral; 22% quando são tocadas o clitóris; e 19% quando se masturbam sozinhas. Participaram da pesquisa 1.370 mulheres. O perfil predominante foi de mulheres heterossexuais, monogâmicas, entre 21 e 40 anos, solteiras, com predominância da região Sul e Sudeste.

As principais dúvidas e dificuldades em relação à intimidade sexual, de acordo com as entrevistadas, é que elas ainda se sentem pressionadas a chegar ao orgasmo durante a penetração. “Esse é um dado social que reforça a nossa cultura falocêntrica. Por outro lado, vai contra a anatomia feminina: o orgasmo pela penetração vaginal é raro pois se trata de uma região pouco inervada”, explica Mariana Stock, idealizadora da pesquisa.

“Numa concepção social de que sexo é igual à penetração, a libido da mulher é diretamente afetada uma vez que a grande maioria delas não sente prazer ao serem penetradas. Por isso, pesquisas comparam a satisfação sexual entre mulheres heterossexuais e mulheres bissexuais e homossexuais deixam claro que mulheres que se relacionam com mulheres estão muito mais satisfeitas. Mas, isso não é para assustar os homens. Pelo contrário, está na hora deles perceberem que têm um corpo inteiro para transar e tirar um pouco o foco da penetração”, finaliza Mariana.

A educadora sexual Karol Rabelo aponta que a palavra masturbação ainda causa muito bloqueio nas mulheres. “Não só por questões religiosas, mas por impedimento ao se tocar. É uma prática que as ajudam a entender as reações do corpo e orientar o/a parceiro/a a como estimulá-la melhor, mas poucas mulheres tem essa liberdade com o próprio corpo, até pela forma como foram criadas”, explica.

Apesar dessas dificuldades, Karol afirma que se masturbar é muito importante para o autoconhecimento e para entender o processo pelo qual o corpo passa. “Nosso organismo oscila muito, ainda mais por questões hormonais, então nossa sensibilidade está sempre diferente. Os estímulos parecem diversos em determinados momentos do mês e da vida”, argumenta.

Ela ainda revela que existem exercícios que servem tanto para quebrar o entrave quanto para mulheres que já tem a liberdade de se tocar, mas mesmo assim querem compreender melhor. Uma prática simples é, durante o banho, se ensaboar com sabonete líquido e deslizar a mão facilmente pelo corpo. “Parece simples, mas isso ajuda a entender as reações do corpo e tira aquela ideia de ser algo sexual, porque a masturbação às vezes causa repulsa e isso vai ajudar a quebrar a barreira aos poucos”, ensina.

Karol também recomenda tirar um tempo para se conhecer melhor, mesmo que sejam só dez minutos. Colocar uma música relaxante, fechar os olhos, estar num local confortável e usar vibradores podem ajudar a estimular o corpo.

A educadora sexual ainda acrescenta que é essencial conhecer um pouco da anatomia do corpo, para saber como excitá-lo. “A grande maioria não sabe sobre o próprio clítoris, acha que é só o botãozinho bem acima extremamente sensível, mas o clítoris fica em toda parte frontal da vulva”.

Com informações de ‘metropoles’.

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