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PF investiga Márcio Bittar pelo crime de desvio de recursos público na Aleac

O candidato ao Senado pelo MDB Marcio Bittar, segundo fontes, é um dos investigados na Operação Hefesto, desencadeada pela Polícia Federal para investigar desvio de recursos públicos na Assembleia Legislativa do Estado do Acre. O medebista, segundo indícios, teria sido beneficiado por meio da sua aliada Charlene Lima, que é candidata a deputada federal e presidente regional do PTB.

Aliado político de Charlene Lima, proprietária da empresa C. L. Publicidade, responsável pela mídia do Legislativo acreano, Marcio Bittar é mencionado como beneficiado em petição ingressada na Justiça Federal pelo advogado de uma das acusadas de participar do esquema. 

No resultado das medidas de busca e apreensão, a Polícia Federal encontrou, na sede da empresa C.L. Publicidade, material da campanha eleitoral e documentos com menções financeiras referentes ao candidato ao Senado Marcio Bittar. 

“As suspeitas da Polícia Federal é de que vários políticos foram beneficiados pelo esquema de desvio de recursos públicos, dentre eles o candidato a senador Marcio Bittar”. Segundo o advogado, cujo nome é preservado por solicitação dele, o candidato Marcio Bittar seria o “padrinho político de Charlene Lima, sendo o principal incentivador da sua candidatura a deputada federal.

A Operação Hefesto foi desencadeada pela Polícia Federal no último dia 13. Culminou com as prisões temporárias de Tatiana Campos, Andrea Pupio e Aline Rodrigues, bem como as prisões preventivas de Charlene Lima, Ednilson Aguiar, Solange Félix e Robson Barros.

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