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Em Sena, coveiro que já enterrou mais de mil mortos diz que já viu “coisas estranhas” no cemitério

Por Redação Juruá em Tempo.30 de outubro de 20182 Minutos de Leitura
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Alzier Vieira de Araújo, 49 anos de idade, mais conhecido pelo apelido de “Santa Rosa” é o coveiro mais antigo de Sena Madureira. Aprovado em um concurso público, feito na gestão da ex-prefeita Toinha Vieira, ele está celebrando, em 2018, 14 anos de profissão.

Em contato com a nossa reportagem nesta manhã, “Santa Rosa” disse que já viu ‘coisas estranhas’ no Cemitério São João Batista, mas prefere nem comentar com o público porque, segundo ele, muita gente não acredita. “Ao longo desses 14 anos de trabalho, já vi muitas coisas estranhas nesse cemitério. Eu nem entro em detalhes porque a gente acaba passando por mentiroso. Mas, posso garantir que não é pra qualquer um”, comentou.

Perguntado se tem medo de alma, o coveiro é bem categórico. “As pessoas falam muito nisso, mas, sinceramente, não tenho medo. Acho que quem já morreu não vem perturbar ninguém aqui na terra”, completou.

No decorrer de seus 14 anos de trabalho, “Santa Rosa” confirmou que já realizou mais de mil sepultamentos no cemitério de Sena Madureira. “Pra ser preciso, já fiz 1.168 sepultamentos. O primeiro, eu lembro, foi de uma mulher”, frisou.

Segundo ele, escolheu essa profissão por conta da necessidade. “Eu tenho pouco estudo, então, quando divulgaram o concurso achei que tinha mais chance nesse cargo já que a concorrência era menos. Quando falo que sou coveiro, umas pessoas têm medo, outras levam na brincadeira e por aí vai. O importante é que dessa profissão é que tiro o sustento da minha família”, finalizou.

Além de ser responsável pelos enterros, o coveiro também trabalha garantindo a organização dos cemitérios, a limpeza das covas e jazigos, carregando caixões, realizando exumações, entre outras funções.

Por Ednaldo Gomes

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