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Acre é um dos Estados de maior crescimento entre 2002 e 2016

Por Redação Juruá em Tempo.17 de novembro de 20182 Minutos de Leitura
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O IBGE divulgou os resultados da economia brasileira para o ano de 2016. Naquele período,  a economia brasileira encolheu 3,3%, resultado negativo que se disseminou em praticamente todas as unidades da federação. Apenas Roraima, com 0,2%, teve alta no Produto Interno Bruto (PIB). Os dados foram divulgados hoje.

Segundo o IBGE, os resultados de Roraima e do Distrito Federal, que teve estabilidade do PIB em 2016, podem ser explicados pelo peso do setor governamental, que cresceu 3,3% e 0,6%, respectivamente.

Entre os anos de 2002 e 2016, entretanto, o Acre foi um dos Estados que mais cresceu no país, atingindo o percentual de 76,8%. Mais que no Acre só cresceram Tocantins, que avançou em um ritmo médio anual de 5,2%, somando 103,4% no período. Mato Grosso cresceu 89,1% e  Roraima 79,5%.  Abaixo do crescimento acreano ficou o Piauí, 72,7%. Entre todos os Estados do país, o Rio de Janeiro foi o que menos cresceu no período, com uma alta média de 1,6% ao ano, somando 25,3% entre 2002 e 2016.

No ano de 2017, a pesquisa do IBGE mostra que a retração econômica que o país enfrentou foi mais acentuada no Amazonas, onde o PIB caiu 6,8%, no Piauí e em Mato Grosso, ambos com queda de 6,3%.

Principal fatia do PIB, a participação paulista na economia brasileira cresceu em meio à crise. Em 2015 e 2016, anos de recessão, o PIB de São Paulo passou a responder por 32,5% da economia brasileira, crescendo 0,5 ponto percentual em relação a 2014. Nos anos anteriores, o Estado vinha perdendo sua participação no PIB total, que chegou a ser de 34,9% em 2002. Em 2016, a economia paulista ficou entre a dos 12 estados que tiveram resultados melhores do que a média nacional.

Quando avaliada a renda per capita, que é o PIB dividido pelo número de habitantes, o Distrito Federal tem o maior resultado do país, superando a média nacional em mais de  duas vezes. O PIB per capita no DF é de R$ 79.099,77, enquanto o do Brasil é de R$ 30.411,30. A menor renda per capita do Brasil é a do Maranhão, que tem R$ 12.264,28, valor bem próximo ao do Piauí, que soma R$ 12.890,25.

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