Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Acre recebe R$ 420 milhões e garante quase 3 mil moradias pelo Minha Casa, Minha Vida
  • Família pede ajuda para encontrar homem que está há 8 dias desaparecido no interior do Acre
  • Rio Branco concentra maioria dos casos de Aids e aparece entre as 20 capitais com maior taxa de detecção
  • Acre apreendeu mais de 1,1 tonelada de drogas em 2025, aponta Sinesp
  • Clube de Observação de Aves do Acre debate Educação Ambiental
  • Roubos e furtos de veículos cresceram quase 20% no Acre em 2025
  • Rio Acre sai da cota de transbordo e segue em vazante em Rio Branco
  • Justiça do Trabalho determina medidas para coibir assédio eleitoral na Prefeitura de Rio Branco
  • Acreano Breno Yuri vence por finalização no LFA 225, em Brasília
  • Acre terá sábado marcado por instabilidade e risco de chuvas intensas em todas as regiões
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, janeiro 24
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque

PF investiga bandidos que se passavam por juízes federais no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.22 de novembro de 20182 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A Polícia Federal (PF) abriu nesta quarta-feira, 21, a Operação Nascostos. A investigação mira em crimes de estelionato, falsidade ideológica, uso de documentos falsos e organização criminosa com associação para o tráfico de entorpecentes.

Os agentes cumprem cinco mandados de prisão preventiva, nove de prisão temporária, 27 de busca e apreensão e oito de sequestro e bloqueio de bens. Também estão sendo ouvidas pessoas nos Estados do Acre, Paraná, do Rio de Janeiro, no Distrito Federal e em municípios de São Paulo.

Segundo a PF, “criminosos, fazendo-se passar por magistrado federal e se utilizando de documentos falsos (inclusive, cartões de crédito ‘clonados’) de outras vítimas, compravam passagens aéreas para terceiros por rotas atípicas, em detrimento da imagem da Justiça Federal”.

A investigação começou em 2017, na Delegacia de Polícia Federal em Sorocaba, cidade do interior paulista. “Em razão de outros dados obtidos, foi possível apurar a existência de uma organização criminosa com bases em São Paulo, Campo Grande e Cuiabá com atuação em âmbito nacional e internacional”, informou a PF.

Os investigadores apontam indícios de que o esquema esteja “coligado” e/ou seja “uma célula integrante de alguma das facções criminosas conhecidas do público em geral”.

“Essa organização mediante procedimentos fraudulentos, também, alugava veículos e não os devolvia às locadoras, comprava passagens aéreas para pessoas cooptadas, fazia reserva de hotéis e realizava financiamentos”, relata a PF.

“Alguns dos beneficiários das passagens e locação de veículos foram presos por tráfico de entorpecentes. Imprescindível destacar, ainda, que vários membros dessa organização criminosa também respondem por crimes de homicídio e tráfico de entorpecentes e há indícios de transações financeiras internacionais.”

O nome da operação significa “ocultos” ou “escondidos” no idioma italiano e faz alusão ao modus operandi utilizado pelo esquema para o cometimento dos estelionatos, pois os criminosos sempre se utilizavam de documentos falsos em redes sociais e sites da internet, objetivando ocultar as verdadeiras identidades de seus integrantes. EXAME

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.