Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Cabo da PM é preso suspeito de vender armas e munições a criminosos
  • Servidor é detido suspeito de estuprar jovem trabalhadora dentro de UPA
  • 2025 entra para a história como o sétimo ano mais quente do Brasil
  • Brasil pode manter aumento de Indicações Geográficas em 20%
  • Ramal do Barbary vira alvo de ação judicial por falta de consulta a povo indígena no Acre
  • Grave acidente de trânsito deixa vítima fatal no Ramal 3, em Cruzeiro do Sul; veja vídeo
  • Acre segue sob tempo instável e risco de chuvas fortes neste domingo, prevê Friale
  • A batalha pelos estados: o mapa das alianças para 2026
  • Após cinco anos de vacinação, covid recua, mas ainda preocupa
  • Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 92 milhões
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, janeiro 25
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque

Com risco de desbarrancamento, famílias são obrigadas a deixar casas

Por Redação Juruá em Tempo.6 de dezembro de 20182 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Depois de uma redução de quase um metro no nível do Rio Juruá, a Defesa Civil de Cruzeiro do Sul passou a monitorar as regiões do município onde o barranco corre risco de desmoronar e levar as casas que ficam nas encostas.

Em pelo menos quatro bairros existe o perigo para moradores que podem ter que deixar suas moradias definitivamente.

Depois de desabrigar 29 famílias por conta da cheia que chegou a cota de 13,56 m, superando a cota de transbordo que é de 13 m, o Rio Juruá pode obrigar outros moradores a ter que deixar suas casas.

Com a vazante, o rio chegou a 12,57 metros nesta quarta-feira (6). O desbarrancamento nas encostas do manancial coloca em riscos famílias de parte do bairro Miritizal, Boca do Moa, Olivença e da Várzea.

Neste último bairro, pelo menos 20 famílias estão morando a menos 1 metro do rio. De acordo com a Defesa Civil, uma família já teve que sair do local e não deve retornar por conta do risco de desbarrancamento.

“Essa família era que estava mais próxima do barranco e foi levada para o aluguel social e nosso trabalho está sendo para que ela não retorne mais. Até porque, se voltar para cá, nós não vamos dormir tranquilos porque essa casa a qualquer momento pode ser levada pelo desbarrancamento”, disse o chefe do Departamento de Administração e Desastre da Defesa Civil, Manoel Melo.

Para abrigar as famílias das áreas de risco, a prefeitura deve providenciar uma área de terra em outro bairro da cidade. No entanto, muitos moradores afirmam que preferem encarar o perigo do que sair do local onde vivem.

É o caso da aposentada Maria Lucimar da Silva, de 62 anos, que mora na Várzea com o esposo há quinze anos.

“Se o barranco começar a levar a casa, aí a gente dá um jeito de ir para outro canto. Mas, até agora, graças a Deus, não. Aí embaixo eu planto jerimum, melancia, planto de tudo”, alegou a aposentada.

O representante da Defesa Civil informou que ainda está sendo feito um levantamento para identificar o número de casas que podem ser afetadas pelo desbarrancamento em todas as áreas de risco em Cruzeiro do Sul.
Por Mazinho Rogério
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.