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De férias, delegado da PF-AC pediu que escrivão falsificasse assinatura para manter operação

Por Redação Juruá em Tempo.20 de dezembro de 20182 Minutos de Leitura
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A Polícia Federal do Acre (PF-AC) instaurou procedimento disciplinar para apurar a conduta do delegado Eduardo Gomes e de um escrivão. Em um áudio, enviado pelo WhatsApp, que viralizou nas redes sociais, Gomes pede que um escrivão falsifique a assinatura dele para continuar as investigações da Operação Sarcófago. A Polícia Federal afirmou que os servidores não vão se pronunciar sobre os fatos.

“Grassioli, falsifica minha assinatura, cara! Tu sabe mais ou menos como faz, e troca a ficha, por favor”, falou o delegado que estava em outra cidade de férias.

A PF-AC informou que o documento citado no áudio seria um pedido da polícia para prosseguir com uma interceptação telefônica à Justiça. O prazo para encerrar o processo estava acabando e o delegado só teria até aquela data para pedir prorrogação do prazo.

Ainda segundo a PF, um desembargador aguardava o documento para avaliar o pedido. A Operação Sarcófago é um desdobramento da Operação Ícaro, que ocorreu em Capixaba em agosto deste ano.

Em outro áudio, o delegado chama atenção do escrivão para o fim do prazo. Ele relata que estava de férias, mas, mesmo assim, tentava resolver a situação de onde estava.

“Grassioli, não dá para esperar, cara. Vai dar nulidade, e eu vou botar na tua conta. Tem que prestar atenção, cara, não tem outra forma. É hoje, vai perder o trabalho. Eu também tô (sic) trabalhando, tô de férias e trabalhei hoje à tarde para fazer isso aí”, argumenta.

Operações Sarcófago e Ícaro

A operação foi deflagrada no dia 12 de dezembro e prendeu o prefeito de Senador Guiomard, interior do Acre, André Maia. Segundo as investigações, o gestor pagava “mensalinho” para seis vereadores da cidade para garantir apoio político na Câmara de Vereadores.

A Operação Ícaro afastou, na época, o prefeito da município de Capixaba, interior do Acre, José Augusto Gomes da Cunha e o secretário de planejamento, Celso Nascimento, por causa de um esquema de corrupção que desviou R$ 525 mil com o superfaturamento de medicamentos na prefeitura da cidade.

Por G1

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