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Desabrigado pela cheia de rio, barbeiro corta cabelos a R$ 7 em abrigo

Por Redação Juruá em Tempo.2 de dezembro de 20182 Minutos de Leitura
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Aos poucos, as famílias afetadas pela cheia do Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, tentam retoma sua rotina. O rio, neste domingo (2), chegou a 13,53 metros e já desabriga 25 famílias, sendo que oito delas foram levadas para um abrigo montado na quadra de esportes Alailton Negreiros.

Ao todo, são 112 pessoas atingidas pela cheia. Entre elas, o barbeiro Marcos Ferreira, de 32 anos, que, mesmo com todos os percalços, decidiu que continuaria ganhando o se dinheiro.

Em um local improvisado dentro do abrigo ele oferece cortes de cabelo masculinos por R$ 7, R$ 3 a menos do que cobra na sua barbearia que fica no bairro do Miritizal.

E parece que o negócio está dando certo. Até a manhã deste domingo, ele conseguiu faturar R$ 70 com os cortes de cabelo no abrigo onde está acompanhado da mulher e o filho.

“É da minha barbearia que tiro o dinheiro para pagar minhas contas e sustentar minha família. Não vai ser porque estou no abrigo que vou deixar de pagar minhas contas. A vida tem que seguir. Graças a Deus está dando certo”, comemora.

Ele conta que no ano passado também teve que deixar a casa em decorrência da cheia. Ferreira diz ainda que o corte degradê é um dos mais pedidos pelos clientes, que não são apenas colegadas de abrigo, mas também gente que está ouvindo falar do seu trabalho.

“No ano passado também tive que deixar minha casa e ir para abrigo da prefeitura e fiquei alguns dias sem trabalhar. Este ano decidi que seria diferente, estou cortando o cabelo não só de abrigados, mas de qualquer pessoa que vier aqui, pois preciso faturar”, diz.

Um dos clientes, Jéferson de Andrade, de 26 anos, que disse que decidiu aproveitar o preço promocional e dar um jeito no visual. Ele diz que aprovou a ideia do barbeiro.

“Estou aproveitando o preço. O rapaz corta bem e estou satisfeito com o trabalho dele. Minha família teve que vir para cá devido à cheia do rio. Hoje pela manhã o vi cortando o cabelo de outros rapazes e decidi aproveitar e cortar o meu, pois achei barato”, conta.
Por Adelcimar Carvalho
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