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Em Cruzeiro do Sul, 19 famílias desabrigadas pela cheia do Juruá permanecem no aluguel social

Por Redação Juruá em Tempo.14 de dezembro de 20183 Minutos de Leitura
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,Das 29 famílias que tiveram que sair de casa devido ã cheia do Rio Juruá, em Cruzeiro do Sul, 19 ainda não voltaram para suas moradias. A Defesa Civil já desativou o abrigo coletivo onde dez famílias estavam alojadas e já retornaram para suas casas, mas o restante continua por conta de aluguel social ou em casa de familiares.

O retorno da maioria dos moradores de alguns bairros que foram atingidos pala enchente do rio Juruá está marcado para a próxima semana. No momento, não é mais a água que impossibilita a volta das famílias, mas sim a dificuldade de acesso.

O chefe do Departamento de Administração e Desastres da Defesa Civil, Manoel Melo, explica que a lama acumulada com a vazante dificulta o acesso dos moradores. Além disso, existe o risco de diversos tipos de doenças.

“O rio baixou, mas como elas moram nas margens, tem a questão da lama que ficou próximo das suas residências e a situação de doença que as pessoas ficam vulneráveis nessas áreas com várias crianças. Então, por isso que elas ainda não voltaram”, justificou Melo.

Entre as famílias que continuam recebendo aluguel social, está a da dona de casa Cristiane Silva. No caso dela, não existe a possibilidade de voltar a morar no bairro da Várzea, onde viveu durante 17 anos. A casa dela corre risco de ser arrastada pela queda do barranco e a prefeitura deve conceder um terreno para abrigar a família.

“Não dá pra voltar para lá de jeito nenhum. Minha casa já está toda torta, caindo. Se eu for, tenho medo de cair no barranco com meus filhos”, disse a moradora.

No mesmo local onde fica a casa de Cristiane, a Defesa Civil avalia as condições de mais 20 casas que estão próximas ao barranco. “Ainda estamos fazendo um levantamento para saber se há condições para que essas famílias permaneçam no local ou não”, disse Melo.

As 10 famílias que estavam em um abrigo coletivo foram autorizadas a voltar para suas casas após a Defesa Civil avaliar que não tinha mais riscos nas áreas onde elas moram. Segundo Melo, a prefeitura decidiu liberar o retorno dessas famílias devido ao alto custo para mantê-las no abrigo, mas as secretarias de Saúde e Assistência Social continuam acompanhado os moradores que retornaram.

O nível do rio Juruá atingiu sua quarta maior marca em novembro, ultrapassando sua cota de transbordo que é de 13 metros e chegou a 13,57 m. Depois de mais de uma semana de vazante, o nível do rio baixou para 9,27 m, nesta sexta-feira (14).

Por Mazinho Rogerio

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