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Após conter crime organizado na região do Juruá, delegado pode deixar Cruzeiro do Sul; população reprova ideia

Por Redação Juruá em Tempo. 16/01/2019 10:03 Atualizado em 16/01/2019 10:06
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Basta anda nas ruas da segunda maior cidade do estado do Acre, Cruzeiro do Sul, para se perceber a paz que reina no município a vários dias, coisa essa, que a dias atrás, era impossível de se imaginar, já que a cidade era tomada por grupos criminosos, que travavam guerras diariamente, assustando assim, a população local.

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Se comparado a meses anteriores, onde parte da população vivia trancada dentro de suas residências, com medo do crime organizado, que se espalhava gradativamente, Cruzeiro do Sul hoje vive dias de paz, já que após diversas ações de prevenção ao crime organizado na região, realizado pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal e Agentes Penitenciários, a onda de violência acabou sendo contida.

Trabalho esse, que foi desenvolvido e estudado por toda a equipe da Polícia Civil, e em especial, pelo delegado Alexnaldo Batista, já que este, coordenava toda a parte de investigação às facções criminosas na região.

Hoje, o atual secretário de Segurança Pública do Estado, estuda a possibilidade de enviar o delegado ao município de Sena Madureira, onde atualmente, o município sofre com o poderio de grupos criminosos. Notícia essa, que não foi muito bem recebida pela população local.

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Há três anos em Cruzeiro do Sul, Alexnaldo já é reconhecido pelo seu trabalho por parte da população, que questionada, faz questão de parabenizar o desempenho do delegado no município. Com sua família estabilizada aqui, o delegado ressalta a o desejo de continuar seu excelente trabalho, desenvolvido na cidade.

“Fui encaminhado para Cruzeiro do Sul, e aqui, fizemos um trabalho intenso, com toda equipe da Polícia Civil na tentativa de conter o crime organizado que vinha se estendendo dentro do município. Hoje, conseguimos notar que esse trabalho teve êxito, já que, percebemos a perca de força que o crime organizado perdeu na região”, ressaltou.

A assessoria de comunicação do atual governo foi procurada para falar sobre o caso. Até o fim desta matéria, não conseguimos contato.

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