Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Homem é suspeito de abusar e manter esposa grávida aprisionada em Guajará (AM)
  • Acre tem média de 56,29 no IPS Brasil 2025 e fica abaixo do índice nacional, aponta levantamento
  • Atletas de Sena fazem história e conquistam dois ouros no jiu-jitsu em Rondônia
  • Carnaval garante 3 dias de folga em fevereiro no Acre; veja quando cai o próximo feriado
  • Maioria dos feminicídios de 2025 no Acre foi cometida com arma branca
  • Mulher vítima de violência doméstica é resgatada e polícia recupera bens avaliados em mais de R$ 15 mil no Acre
  • Petrobras anuncia redução de 5,2% no preço da gasolina para distribuidoras
  • Acidente entre caminhão e motocicleta deixa homem ferido no interior do Acre
  • Policial de trânsito tropeça e acaba atropelado durante abordagem de trânsito em Cruzeiro do Sul; veja vídeo
  • PRF intercepta veículo com mais de 4 mil maços de cigarros contrabandeados na BR-364
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, janeiro 26
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque

Local onde ocorreu explosão e matou dois no Hospital do Juruá era inadequado para manutenção

Por Redação Juruá em Tempo.8 de janeiro de 20193 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Corpo de Bombeiros se posicionou, nesta terça-feira (8), sobre a explosão do compressor do ar-condicionado, que matou dois servidores do Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul, e ainda deixou a chefe de manutenção ferida.

De acordo com o comando, o local onde era feito a manutenção no aparelho era inadequado e sem a ventilação necessária.

A explosão no Hospital do Juruá ocorreu no momento em que Marcelo Correia da Silva, de 44 anos, e Erisson Guedes, 18, faziam serviços de manutenção em um ar-condicionado. Os dois servidores foram atingidos por estilhaços do aparelho que explodiu. Marcelo morreu na hora e Erisson ainda foi socorrido com vida, mas morreu poucos minutos depois na sala de emergência do hospital.

A mulher de Marcelo, Maria Conceição Santos, de 41 anos, também saiu ferida e depois de passar por uma cirurgia de emergência, foi encaminhada para a UTI do mesmo hospital. Segundo os médicos da unidade, ela está fora de risco de perde a vida.

A sala, de mais de 60 m², servia como depósito de equipamentos usados do hospital e também era usada pelos servidores para fazer a manutenção dos aparelhos. No local havia uma bancada onde os dois funcionários faziam reparos nos aparelhos de refrigeração. No momento do acidente, tinha duas unidades condensadoras e uma delas estava sendo manuseada pelos técnicos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, tinham ainda dois maçaricos de solda manual, um deles, que poderia está sendo usado pelos servidores, também explodiu. Na avaliação dos Bombeiros, o ambiente não tinha ventilação, o que aumenta o risco de uma explosão.

“O que foi observado é que o local é de pouca ventilação e até em virtude de ter muitos materiais, era um local de difícil mobilidade. Em local de pouca ventilação onde se trabalha com gás, o risco de acontecer um acidente é muito grande”, afirmou o comandante em exercício do Corpo de Bombeiros, capitão José Dutra de Oliveira.

O comandante explica que o tipo de produto que era usado pelos servidores pode provocar uma explosão de várias formas em ambientes fechados, como é a sala onde aconteceu o acidente na unidade de saúde.

“Esse gás que eles estavam usando é altamente explosivo, então, ele pode explodir ao cair no chão, ao ser exposto ao calor, as fagulhas e tem que ser manipulado em local com boa ventilação. Não pode nem ser armazenado em casa, tem que ser, mesmo depois de utilizado, armazenado em local bem arejado”, alerta o comandante.

Para o Corpo de Bombeiros, o que provocou a morte dos servidores foi os estilhaços da unidade condensadora do ar-condicionado. O que falta saber é o que provocou a explosão. Esse detalhe só será identificado com o serviço da perícia.

“Essa dinâmica do evento da explosão, envolvendo o cilindro do gás e a unidade condensadora do ar-condicionado, a gente ainda não pode afirmar como ocorreu. A perícia está sendo feita, e ela vai definir com mais precisão o que aconteceu”, esclarece Oliveira.

Por Mazinho Rogério

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.