Nos bastidorres das eleições da Fieac, que caminha para ser definida por 7 a 3 em favor do empresário José Adriano, chega a informação de que a histeria de alguns membros da chapa do João Salomão é grande.
Atônitos, esses empresário estariam usando a pressão como instrumento. Alegam falar em nome do próprio do governador.
A situação é tão alarmante, que secretários de Estado chamaram reuniões com moveleiros e gráficos sob o pretexto de falar de propostas para os setores. Mas, na verdade, o objetivo é o de pressionar os mesmos para assinar termos de apoio a Salomão.
Tem empresários querendo mostrrar serviço para o governador, inflamando os sindicatos. Como exemplo Aristides Júnior (Cerâmica), a vice do Singraf Jaqueline e e o vice do Sincon Abraão Mendes (Confecções), que estariam inventando a realização de assembléias ilegítimas, com a clara finalidade de tumultuar o processo.
Esse Abraão, que é empresário do setor de confecções, é o mesmo que muito vende uniformes nas escolas públicas e sempre se beneficiou com o Governo do PT.
Ele se beneficiou com as bênçãos de dirigentes da Secretaria de Pequenos Negócios, com a criação de uma cooperativa. Por isso, tem muito a se explicar com seu setor, pela forma pouco moral que conduziu o processo. Ele também é proprietário de uma indústria de frango, que foi implantada com recursos públicos.
Mendes foi o principal cabo eleitoral da ex-secretária Silvia Monteiro junto às mulheres que receberam máquinas de costura.
Hoje, último dia útil da semana, os agentes da chapa de Salomão deverão procurar todos oa empresários, usando todos os meios para forçar que membros da chapa de Adriano assinem termos de renúncia.
José Adriano já levou este fato para o MPF e PF. Se algum empresário assinar apresentar termos de renúncia. certamente deverá ser chamado aos órgãos federais para dar explicações.
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